Na minha leitura, a sequência positiva e a aceleração dos ganhos reforçam o domínio do fluxo comprador e consolidam a recuperação recente. O cenário permanece favorável à continuidade da alta, embora o índice ainda precise romper resistências importantes para buscar patamares mais elevados.
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- Confira o que esperar para o mini-índice nesta terça-feira (01).
No gráfico diário, observo que o Ibovespa permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Para ampliar o movimento comprador, considero necessária a superação das resistências em 180.
680/187. 780 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 192. 890/199. 354 pontos.
Na direção contrária, acompanho a região das médias e dos suportes em 174. 820/171. 990 pontos. A perda dessa faixa poderá enfraquecer a recuperação e abrir espaço para uma correção até 164.
835 pontos, com um alvo mais longo em 161. 745 pontos. O IFR (14) está em 64,87 pontos, permanecendo em região neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa também acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando o viés positivo no curto prazo. Para dar continuidade ao avanço, acompanho a superação da resistência em 177.
Caso essa faixa seja rompida com entrada de fluxo comprador, os próximos alvos estarão em 180. 940/182. 870 pontos e, posteriormente, em 185. 585/188. 165 pontos.
Para retomar o movimento de baixa, o índice precisa perder a região das médias e dos suportes em 175. 740/173. 660/172. 980 pontos. Um rompimento acompanhado de maior volume vendedor poderá levar o Ibovespa em direção a 169.
330/166. 200 pontos, com um objetivo mais longo em 164. 835/164. 090 pontos.
O mini-índice retomou o fluxo comprador, mas terminou ligeiramente abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos, com essas referências próximas e lateralizadas.
Para ampliar a alta, precisará superar a primeira resistência em 180. 480/181. 230 pontos. Já a perda do suporte em 179. 720/179. 220 pontos poderá abrir espaço para uma correção.
Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (31/08) em leve queda de 0,08%, aos 5. 218,5 pontos.
O minidólar encerrou a última sessão com leve fluxo negativo e terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, que seguem mais lateralizadas no gráfico de 15 minutos.
Para esta terça-feira, considero a perda do suporte em 5. 214,5/5. 199 pontos determinante para a continuidade da baixa, enquanto o rompimento da resistência em 5.
224,5/5. 251 pontos poderá favorecer uma recuperação.
O gráfico de 60 minutos apresenta quadro semelhante, com o ativo entre as médias de 9, 21 e 200 períodos e dependente do rompimento das regiões mais próximas para definir uma direção.
No gráfico diário, observo que o BITU26 voltou ao campo positivo, mas permanece em movimento lateral nas últimas sessões após as fortes altas recentes. O contrato negocia acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, com afastamento considerável em relação a elas, enquanto a média de 200 períodos atua como resistência imediata.
O IFR (14) está em 76,65 pontos, dentro da região de sobrecompra. Na minha avaliação, a combinação entre o movimento esticado, o distanciamento das médias e o IFR elevado mantém aberto o risco de uma correção no curto prazo.
Para retomar o fluxo de baixa, considero necessária a perda do suporte em 401. 050/387. 130 pontos. O rompimento dessa faixa poderá ampliar a pressão vendedora e abrir espaço para uma correção em direção a 369.
655/351. 920 pontos e, em um movimento mais prolongado, a 325. 795/312. 820 pontos.
No campo positivo, a continuidade da alta dependerá do rompimento da resistência em 421. 495/430. 895 pontos. Acima dessa região, o fluxo comprador poderá ganhar força para buscar 457.
495/472. 840 pontos, com alvo mais longo em 514. 500/583. 200 pontos.
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(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).