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Corte na Selic, balanços do 2T26 e projeções para o mercado

Com novo corte na taxa básica de juros, a XP Investimentos ajustou suas projeções; veja demais destaques

3 min de leitura
Corte na Selic, balanços do 2T26 e projeções para o mercado

O cenário do mercado desta semana mostra resultados sólidos no segundo trimestre de 2026 (2T26), liderados por setores como o financeiro e a siderurgia, mostrando que as empresas brasileiras conseguem avançar mesmo com a atividade econômica fraca e os juros reais em patamares elevados.

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Além disso, a decisão recente do Copom sobre a Selic e a revisão para baixo na inflação ajudam a calibrar as expectativas, mantendo o investidor atento aos próximos passos da política monetária e aos prêmios de risco na Bolsa.

A taxa básica de juros sofreu uma redução de 0,25 ponto percentual pelo Banco Central, atingindo o patamar de 14,00%, alinhada às expectativas do mercado. O posicionamento divulgado após o encontro adotou um tom neutro, fornecendo poucas sinalizações a respeito das futuras decisões monetárias. Em virtude das incertezas presentes nos ambientes interno e externo, a projeção atual para a Selic permanece fixa em 14,00% ao fim deste período e em 11,50% para 2027, postergando eventuais revisões até que novas métricas econômicas sejam consolidadas.

BC corta Selic em 0,25 ponto, a 14% ao ano, e deixa próximos passos em aberto Projeções macroeconômicasA edição mais recente do relatório Brasil Macro Mensal apresentou o panorama atualizado para as principais variáveis da economia nacional, incluindo atividade, câmbio, preços e juros. As leituras recentes dos indicadores mostraram surpresas negativas generalizadas frente às estimativas de mercado, levantando discussões sobre um possível desaquecimento mais forte ou precoce da economia.

Mesmo com as taxas de juro real superando o patamar de 8%, o mercado acionário brasileiro carrega grande parte desse ajuste em suas cotações atuais. O prêmio de risco da renda variável registrou melhora em razão da desvalorização dos papéis ter sido mais acentuada do que o avanço das taxas de longo prazo.

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O panorama para o setor de incorporação voltado à baixa renda foi revisado pela XP Investimentos para incorporar as métricas oficiais atualizadas, considerando o patamar mais elevado da taxa Selic apontado pelo cenário econômico e os balanços apresentados pelas empresas no começo do ano. A visão para o segmento permanece positiva, destacando a Cury (CURY3) como preferência no setor, impulsionada por negociações em múltiplos de 7,0x P/L (Preço/Lucro) para 2026, excluindo dividendos e estimativas de rendimento de 10,1% em 2026 e 12,9% em 2027.

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Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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