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Brasil segue com o maior juro real do mundo mesmo após novo corte da Selic

Copom reduziu a taxa básica em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. Ainda assim, o Brasil ampliou a distância para a Rússia no ranking de juros reais, mos

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Brasil segue com o maior juro real do mundo mesmo após novo corte da Selic

Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14% para 13,75% ao ano.

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  • 72,56% mantiveram os juros inalterados.

O Brasil segue com o maior juro real do mundo mesmo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, em decisão anunciada nesta quarta-feira (16).

🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída da inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, o indicador no país ficou em 8,45%.

A Rússia manteve a segunda colocação, com juros reais de 6,79%. No levantamento anterior, a diferença para o Brasil era de apenas 0,21 ponto percentual: 9,30% contra 9,09%.

A Colômbia continuou em terceiro lugar, com taxa real de 6,33%.

Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que a alta das expectativas de inflação para os próximos 12 meses reduziu os juros reais na maioria dos países, em meio às incertezas provocadas pelo conflito no Oriente Médio.

A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, tem oscilado no ranking. Neste mês, o país ficou na 7ª posição, com juro real de 2,69%, em meio a um cenário econômico ainda desafiador e de inflação elevada.

Veja abaixo os principais resultados da lista de 40 países.

O levantamento também mostra que, entre 164 países.

No grupo dos 40 países que compõem o ranking.

Nesta quarta-feira, o Copom anunciou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, para 13,75% ao ano. Foi a quinta redução consecutiva.

A decisão foi tomada apesar da escalada das tensões no Oriente Médio, que impulsionou os preços do petróleo e pode pressionar a inflação brasileira por meio da alta dos combustíveis.

Mesmo diante desse cenário, a inflação oficial do país encerrou agosto em 4,22% no acumulado de 12 meses, dentro da margem de tolerância da meta perseguida pelo Banco Central.

Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação projetada), a taxa brasileira caiu da terceira para a quarta posição, ficando atrás da Rússia.

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