024 moradores da Região Metropolitana do Rio. O resultado mostra que o jogo pode estar associado a endividamento, perda de controle, conflitos pessoais e impactos sobre a saúde mental.
Segundo o levantamento, 22,8% dos entrevistados afirmaram já ter participado de apostas on-line. Desse total, 33% disseram que apostam pela chance de ganhar dinheiro rápido, enquanto 25,4% veem no jogo uma oportunidade de fazer uma renda extra.
Ainda segundo a pesquisa. 22,3% dos apostadores disseram ter ou ter tido dificuldade para parar. Outros 29,1% afirmaram já ter sentido culpa, e 34,8% declararam ter sido criticados por causa do vício.
Além disso, 6,9% disseram já ter se prejudicado ou prejudicado outra pessoa em razão das apostas. Entre esses 6,9%, 68% relataram ter perdido dinheiro.
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A primeira parcela cai no dia 17; pagamentos seguem o final do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário.
O dinheiro usado pelos apostadores vem principalmente do salário, apontado por 69,9% dos entrevistados. Em seguida, aparecem reserva financeira (14,2%), outras fontes de renda (10,3%) e o bônus oferecido pelas próprias plataformas (2,6%).
Em média, 5,5% da renda dos apostadores foi destinada às apostas no último mês. O Pix é utilizado por 97,4% das pessoas.
Entre os que já apostaram, 5,1% afirmaram ter se endividado por causa das apostas.
Ainda segundo o levantamento, se o dinheiro não fosse utilizado em apostas, 33% dos entrevistados investiriam ou guardariam o montante, 21,9% comprariam itens de mercado, 21,8% comprariam roupas, e 11,2% utilizariam os recursos para pagar contas.
Dos entrevistados que já participaram de apostas on-line, 36% têm renda mensal entre um e dois salários mínimos, enquanto 19,7% recebem de dois a três pisos e 19,4% ganham até um mínimo.
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