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Apresentadora do Egito é condenada à morte por fabricação de drogas sintéticas

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Sarah Khalifa, apresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas.

A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização.

Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Ônibus com estudantes cai em barranco e deixa ao menos 25 mortos em Cabo Verde.

O veículo transportava 32 pessoas e seguia de volta para São Filipe após uma atividade realizada anualmente para estudantes antes do retorno às aulas.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes. Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação. Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

Em números

  • Sarah Khalifa, apresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um
  • Ônibus com estudantes cai em barranco e deixa ao menos 25 mortos em Cabo Verde
  • O veículo transportava 32 pessoas e seguia de volta para São Filipe após uma ativid

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