Crédito: Carol Siqueira Há perdas que não terminam quando uma história chega ao fim. Elas permanecem nos objetos, nas lembranças, nas perguntas sem resposta e, sobretudo, na tentativa de reconstruir a vida depois da ausência.
É desse território entre o que terminou e aquilo que ainda pode nascer que a Colomy partiu para construir seu segundo álbum, Pra Quem Andou Perdido, já disponível nos serviços de streaming através da Universal Music.
Com nove faixas inéditas produzidas por Dudinha, o disco trouxe as participações de Guilherme Arantes, Peter Buck, do R. E. M., e Barrett Martin, acompanhando diferentes estados emocionais de quem atravessa despedidas, culpa, saudade, esperança e reconstrução.
O álbum se concentra no que permanece depois deles e torna experiências pessoais histórias capazes de encontrar eco em diferentes trajetórias.
O novo trabalho de estúdio também marca uma mudança de momento para a banda formada por Sebastião Reis, Eduardo Schuler e Pedro Lipa. Se o primeiro álbum, Jaú, lançado em 2023, foi concebido durante a pandemia, em um sítio no interior de São Paulo, em meio ao isolamento e ao silêncio, Pra Quem Andou Perdido surgiu em outro contexto.
As canções foram escritas na capital paulista entre 2023 e 2024, em meio à intensidade da vida urbana e a novas experiências que contribuíram para o amadurecimento pessoal e artístico do trio.
Tal deslocamento apareceu na sonoridade, estendendo as referências da Colomy e combinando elementos do Rock nacional das décadas de 1970 e 1980 com diferentes vertentes do cancioneiro popular brasileiro do período.
Para saber mais sobre Pra Quem Andou Perdido e sobre as aspirações da banda, o TMDQA! conversou com os integrantes e o resultado da entrevista você confere logo abaixo.
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