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O primeiro passo de uma lenda: como Ney Matogrosso e o Rock in Rio abriram caminhos para a história da

Descubra como Ney Matogrosso abriu o Rock in Rio em 1985 e as outras "primeiras vezes" que moldaram o festival, da chegada de bandas internacionais à interação

5 min de leitura
O primeiro passo de uma lenda: como Ney Matogrosso e o Rock in Rio abriram caminhos para a história da

Ney Matogrosso, pioneiro do Rock In Rio, em campanha de Johnnie Walker Antes do Rock in Rio se consolidar como um dos maiores festivais de música do planeta, alguém precisou ter a audácia de inaugurar aquele palco colossal.

Em 11 de janeiro de 1985, sob os olhares de mais de 100 mil pessoas e em uma noite dominada pelo rock pesado e heavy metal, esse alguém foi Ney Matogrosso.

Com 12 anos de carreira na época, Ney entrou em cena com o corpo coberto de purpurina, vestindo tanga e penas de gavião, em uma performance que desafiava todas as convenções.

Houve vaias iniciais, mas ele não recuou; ele seguiu em frente.

1. Brasil na rota dos mega shows internacionais (1985).

O primeiro passo do festival em si foi um marco.

Antes de 1985, era impensável que bandas no auge de suas turnês mundiais descessem para a América do Sul com suas estruturas completas. A primeira edição mudou a lógica do mercado, trazendo as icônicas torres de iluminação voltadas para o público — um pedido do Queen que eternizou a imagem da plateia cantando “Love of My Life”.

2. A primeira vez que o público virou parte do espetáculo (1985).

E é claro que é impossível falar de primeiros passos históricos justamente sem citar o Queen.

A apresentação da banda britânica inaugurou uma nova forma de interação em megaeventos. Foi a primeira vez que um artista pediu para que os canhões de luz fossem virados para a plateia.

O resultado foi um coro de mais de 300 mil vozes (em duas noites) cantando “Love of My Life” perfeitamente e sendo regido por Freddie Mercury, eternizando a imagem do fã brasileiro como o mais passional do mundo.

3. Rock In Rio cruza o Oceano (2004).

O movimento contínuo não parou no Brasil. A primeira edição do Rock In Rio Lisboa marcou o momento em que um festival brasileiro se tornou uma marca global. O evento provou que a identidade apaixonada do fã brasileiro poderia ser exportada, criando uma ponte cultural que existe até hoje.

4. O primeiro mergulho no universo digital e nas experiências de marca (2011 em diante).

O retorno definitivo do festival ao Rio de Janeiro inaugurou uma nova forma de viver a música. O público passou a interagir não só com os palcos, mas com o espaço urbano da Cidade do Rock.

É essa evolução de experiência que vemos até hoje, como a presença da Johnnie Walker na edição de 2026, que contará com um bar exclusivo na área VIP e drinks servidos em copos com um coaster de luz, acompanhando o ritmo do festival.

5. A primeira vez de gigantes contemporâneos na Cidade do Rock (2019 e 2022).

As edições mais recentes continuaram a entregar estreias que pararam a internet.

Tivemos a primeira vez da P!nk no festival (2019), transformando o palco principal em um espetáculo acrobático ao sobrevoar uma multidão extasiada.

Mais tarde, em 2022, o Green Day finalmente deu seu primeiro passo no Rock in Rio, entregando uma maratona punk avassaladora que trouxe fãs para tocar no palco e provou que, mesmo décadas depois, a magia de uma “primeira vez” no evento continua rendendo shows catárticos e históricos.

Toda Grande História Começa no Gerúndio.

Toda grande trajetória começa no gerúndio. O Keep Walking de Johnnie Walker nos lembra que não precisamos ter todas as certezas do mundo para iniciar um movimento.

Seja subindo em um palco para 100 mil pessoas com o corpo de purpurina, entregando o microfone para o público cantar, ou decidindo ir ao seu primeiro show de estádio: o que importa é ter a coragem de começar.

Pioneirismo Histórico pra Seguir em Frente.

Mais de quatro décadas depois, Johnnie Walker, whisky oficial do Rock in Rio 2026, resgata essa atitude na sua nova campanha para nos lembrar de uma verdade universal: ninguém chega a lugar algum parado, e o primeiro passo exige uma coragem imensa.

A homenagem é tão emblemática que a imagem inconfundível de Ney no palco inspirou uma nova versão do famoso Striding Man da Johnnie Walker, apelidado carinhosamente pelos criadores da campanha de “Striding Ney”.

Narrado pelo próprio artista, o filme da marca traz uma lente contemporânea para o lema Keep Walking, celebrando o movimento contínuo e a ousadia de começar.

Inspirados por esse primeiro passo histórico de Ney Matogrosso em 1985, o TMDQA! mergulhou no baú do Rock in Rio para relembrar outras “primeiras vezes” que mudaram a forma como vivemos a música no Brasil.

Em números

  • Em 11 de janeiro de 1985, sob os olhares de mais de 100 mil pessoas e em uma noite dominada pelo rock pesado
  • O resultado foi um coro de mais de 300 mil vozes (em duas noites) cantando “Love of My Life”
  • Seja subindo em um palco para 100 mil pessoas com o corpo de purpurina, entregando o mi

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Fontes consultadas

  • Tenho Mais Discos Que Amigoslink

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