A mudança começou ainda no meio do ano (via NME), porém voltou a gerar discussão entre os fãs agora, com o lançamento oficial da ferramenta nos Estados Unidos nesta semana.
A Muse da Meta promete ajudar usuários em tarefas do dia a dia, como responder e-mails, organizar agenda e transformar metas de longo prazo em planos de ação.
Para fãs ba banda, a mudança choca pela ironia. Matt Bellamy, vocalista da banda, construiu boa parte da identidade do Muse em torno de letras distópicas sobre tecnologia e vigilância, caso de faixas dos álbuns Simulation Theory e Drones, que imaginam um mundo dominado por algoritmos e máquinas.
Muse going from making dystopian rock albums warning us about the machine takeover to taking an AI buyout is top tier tragic irony.
Nas redes, a repercussão foi imediata. “De fazer álbuns de rock distópico nos alertando sobre a tomada das máquinas a aceitar ser comprada por uma IA é uma ironia trágica de primeira”, escreveu uma fã no X.
Outro usuário resumiu o estranhamento de ver uma banda de quase 3 milhões de seguidores e 25 anos de carreira perder seu identificador original para o novo produto de Mark Zuckerberg.
A banda não se pronunciou sobre a mudança ou respondeu à comentários de internautas até o momento.
Em números
- Outro usuário resumiu o estranhamento de ver uma banda de quase 3 milhões de seguidores e 25 anos de carreira perder seu id
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