O ícone do rap pousou em Londres na segunda noite de uma dupla no Tottenham Hotspur Stadium (5 de setembro).
Jay‑Z passou o verão defendendo seu legado. Em julho, ele assumiu o Yankee Stadium de Nova York por três noites, celebrando 30 anos do álbum de estreia *Reasonable Doubt*, 25 anos de *The Blueprint* e os hits que marcaram sua carreira.
Ao longo dos shows, o rapper foi acompanhado por uma seleção impressionante de pesos pesados do hip‑hop e do pop, com Beyoncé, Alicia Keys, Usher, Eminem, Nas, Pharrell Williams, Rihanna e Slick Rick entre os convidados.
Angel Diaz, do Billboard, reportando da corrida, chamou de “a masterclass show” – então o padrão para o que veio a seguir já estava nas alturas.
Londres, por sua parte, está longe de ser território desconhecido. Jay chegou à capital pela primeira vez em 1989 com seu mentor Jaz‑O e, em 1997, agitou uma plateia britânica no Notting Hill Carnival; em 2008, ele estava no palco principal do Glastonbury, iniciando com uma versão de “Wonderwall” do Oasis para responder a críticos – incluindo um Noel Gallagher – que não achavam que o hip‑hop “pertencesse” ao festival.
His only U. K. shows of 2026 landed at Tottenham Hotspur Stadium on Sept. 4 and 5, marking his first performances in the market since 2018’s On The Run II tour with wife Beyoncé, and first solo dates here since 2013’s Magna Carta World Tour.
Quando Jay‑Z encerrou sua turnê em Londres no sábado (5 de setembro), estes foram os nove melhores momentos.
A plateia chegou vestida para a ocasião com camisas de retrospectiva dos Yankees e mais Timberlands do que o Tottenham Stadium já viu. O evento contou com: grande parte do show girava em clássicos do Reasonable Doubt de 30 anos atrás, e cortes profundos como “Dead Presidents” e “Jigga What, Jigga Who” (tocado pela primeira vez em duas décadas) tiveram uma exibição rara.
Introducing “Izzo (H. O. V. A.),” Jay told the crowd The Blueprint changed his life back upon release in 2001, and they took the opening verse off his hands entirely, chanting “H to the izz-O, V to the izz-A” with absolute glee.
It was a fitting reminder of just how deeply these songs have embedded themselves into popular culture.
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