A morte da feminista pioneira, aos 92 anos, foi anunciada nas redes sociais nesta quinta, 3; veja tributos.
Após a morte da ativista norte-americana e pioneira do movimento feminista mundial Gloria Steinem, homenagens foram prestadas por Hillary Clinton, Jill Biden, Meghan Markle, Lena Dunham e muitas outras, que aclamaram a autora como “uma desbravadora destemida”, “uma das ativistas mais importantes de todos os tempos” e uma voz que mudou o país.
A morte de Steinem foi anunciada na manhã desta quinta, 3. Um representante disse que a autora, de 92 anos, faleceu pacificamente na quarta, 2, em sua casa em Nova York, cercada por seus entes queridos.
A ex-primeira-dama Jill Biden observou que Steinem “entendia que a igualdade das mulheres começa com a liberdade de tomar decisões sobre nossos próprios corpos, saúde e futuro.
Durante décadas, ela lutou para tornar essa liberdade uma realidade para gerações de mulheres e meninas.”.
Meghan Markle, a Duquesa de Sussex, publicou fotos com Steinem, comentando que juntas as duas “ligaram para jovens eleitores para incentivá-los a fazerem suas vozes serem ouvidas.
e fizeram um brainstorming sobre como ajudar este mundo belo, porém complexo, a se tornar mais equitativo”.
Markle também mencionou a amizade pessoal entre elas, compartilhando que Steinem passou o Dia de Ação de Graças com sua família e a aconselhou “em momentos difíceis.
com uma xícara de chá e uma irreverência e sagacidade incomparáveis”.
A aclamada autora Roxane Gay (Hunger) chamou Steinem de “única”. “Ela viveu uma vida extraordinária e sua morte é uma perda imensa, atenuada apenas pela força do seu legado”, acrescentou Gay.
A jornalista Katie Couric também escreveu nas redes sociais: “Por mais de cinco décadas, Gloria lutou incansavelmente pela igualdade das mulheres e pela liberdade reprodutiva, desafiou a desigualdade de gênero e ajudou a transformar o movimento feminista.
Como jornalista e ativista, ela trouxe as experiências das mulheres para o centro das atenções e inspirou gerações de mulheres a encontrar e usar suas próprias vozes.
Sou muito grata por tê-la conhecido e por ter me beneficiado de sua sabedoria, intelecto e perspicácia.”.
Steinem tornou-se o rosto do movimento de libertação feminina nas décadas de 1960 e 1970, defendendo o direito ao aborto e a igualdade de gênero no ambiente de trabalho.
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