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Musica Revisado por ULTRA AI

As 3 regras de Travis Barker no estúdio para fugir da IA: “odeio”

Em entrevista para Ross Golan, baterista do blink-182 criticou a inteligência artificial na música e defendeu gravações mais “cruas”

2 min de leitura
Musica — imagem padrão

Travis Barker declarou não ser fã do uso de inteligência artificial na música e afirmou que tem adotado regras mais rígidas em estúdio para preservar o caráter humano das gravações.

A declaração foi feita durante participação no podcast And The Writer Is..., apresentado por Ross Golan, quando o baterista do blink-182 explicou que suas novas regras de estúdio incluem não utilizar auto-tune e tornar o processo mais distante possível das tendências atuais: Eu odeio [a IA].

Eu não sou fã. Minhas novas regras no estúdio são: sem auto-tune, pouca ou nenhuma edição e sem samples de bateria. Você faz música sem interferência da IA e você alinha tudo na grade, aplica variações na bateria e afina o vocal de todo mundo.

Para mim, isso praticamente soa como IA." Travis Barker criticou o uso de inteligência artificial na música atualmente Na conversa, Barker destacou que vem priorizando performances e instrumentos reais, reforçando uma defesa da imperfeição e das características naturais de uma execução musical: Estou preferindo focar em performances reais, sons de bateria reais.

Quando tudo for IA e tudo soar tão polido, espero que surjam as bandas mais cruas, barulhentas e perigosas que já existiram." Está ficando cada vez mais raro, né.

Confira o vídeo da entrevista logo abaixo.

Para mim, isso praticamente soa como IA.”.

Travis Barker criticou o uso de inteligência artificial na música atualmente.

Na conversa, Barker destacou que vem priorizando performances e instrumentos reais, reforçando uma defesa da imperfeição e das características naturais de uma execução musical.

Estou preferindo focar em performances reais, sons de bateria reais. Quando tudo for IA e tudo soar tão polido, espero que surjam as bandas mais cruas, barulhentas e perigosas que já existiram.”.

Geddy Lee e Alex Lifeson, do Rush, se rendem ao Angine de Poitrine: “eles são fantásticos”.

Fontes

Informação baseada em material público de Tenho Mais Discos Que Amigos, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Tenho Mais Discos Que Amigoslink

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