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Musica Revisado por ULTRA AI

5 hinos do Rock tão complexos que não são tocados ao vivo

De Beatles a Led Zeppelin, relembre músicas que desafiaram os próprios artistas nos palcos

4 min de leitura
5 hinos do Rock tão complexos que não são tocados ao vivo

Para muitos fãs de rock, ouvir suas músicas preferidas ao vivo é uma experiência única. Acontece que nem todas as composições foram feitas para funcionar diante de uma plateia.

Muitos artistas reconhecem que determinadas canções foram construídas de maneira tão complexa dentro do estúdio que sua reprodução ao vivo se tornou um verdadeiro desafio e, por isso, muitas vezes os responsáveis preferiram só não fazê-lo.

Os Beatles e Brian Wilson são alguns dos artistas que passaram a explorar cada vez mais as possibilidades de gravação nos Anos 60, incluindo em suas obras camadas de instrumentos, efeitos, arranjos complexos e experimentações de produção que impossibilitaram que certas músicas fossem apresentadas nos shows.

Já na década de 1970, o desafio também atingiu bandas como o Led Zeppelin, que durante suas sessões no estúdio apostou em mudanças de compasso e incluiu estruturas expansivas a algumas de suas composições.

Decepcionando muitos fãs, existem inúmeras músicas emblemáticas de lendas do Rock que foram retiradas dos setlists ou que nunca foram tocadas ao vivo. A seguir, confira uma lista reunida pelo Far Out com cinco exemplos de hinos que se encaixam nesta categoria.

Led Zeppelin – “Four Sticks” A música “Four Sticks” é um dos principais exemplos de como os experimentos de estúdio do Led Zeppelin chegaram a um nível extremamente difícil de serem reproduzidos ao vivo.

A faixa apresenta uma estrutura rítmica incomum, que exigia que John Bonham tocasse com duas baquetas em cada mão. Mesmo sendo considerado um dos maiores bateristas da história do rock, Bonham encontrou dificuldades para executar a música no palco.

Existe apenas uma gravação conhecida da banda tentando tocá-la ao vivo, em Copenhague, em 1971, e depois desse dia a faixa acabou retirada do repertório. https://youtu.be/My1PH6H1Qpo?si=yKzi3KK962fBpY4I Nine Inch Nails – “The Perfect Drug” O Nine Inch Nails contribuiu com a trilha sonora do filme Lost Highway, de David Lynch, com a faixa “The Perfect Drug”, que virou um sucesso e parecia ser uma ótima opção para integrar os shows da banda.

Porém, Trent Reznor passou cerca de duas décadas evitando levar a faixa para os palcos. A música só foi apresentada ao vivo pela primeira vez em 2018, no Red Rocks Amphitheatre.

Apesar de Reznor ter afirmado que simplesmente não gosta da faixa, seu solo de bateria extenso pode ter contribuído para a decisão dela não ser incluída nos shows.

https://youtu.be/dn3j6-yQKWQ?si=SyR_EzYxOp7ok7pc The Who – “Summertime Blues” Apesar do The Who ter incluído a música “Summertime Blues” em boa parte dos shows realizados no auge da banda entre o final dos Anos 60 e início dos Anos 70, a música não integrou mais nenhuma performance após a morte do baixista John Entwistle, em 2002.

Os relatos apontam que o falecido baixista contribuiu com algo fundamental para a faixa, que não pôde ser replicado nem mesmo por seu substituto, o excelente Pino Palladino.

A linha de baixo dessa música é um dos elementos centrais da faixa, além de Entwistle também ter registrado os vocais graves da canção. https://youtu.be/Dh8HYLSzJwM?si=aKXy5ORB0Cv73eHn “Weird Al” Yankovic – “Hardware Store” Em muitos casos, certas músicas não são tocadas ao vivo por conta de alguma parte específica, mas “Hardware Store”, do músico “Weird Al” Yankovic, atingiu outro nível de dificuldade: praticamente todas as partes da música em questão são quase impossíveis de serem reproduzidas.

Além de AI fazer diversas harmonias consigo mesmo em diferentes momentos da música, a canção cômica apresenta uma letra extremamente densa que é proferida com uma velocidade impressionante, que dificilmente seria lembrada na íntegra por seu intérprete.

https://youtu.be/ I6cV9slfI?si=vgVg9mkHH8G3DRBB The Beatles – “Tomorrow Never Knows” A música “Tomorrow Never Knows” representa uma das experiências mais ousadas dos Beatles dentro do estúdio.

A faixa que encerra o disco Revolver foi desenvolvida a partir de loops de fita extremamente complexos, overdubs e efeitos que ampliaram os limites da produção musical em 1966.

Mesmo que o aclamado quarteto tivesse decidido voltar à estrada, é improvável que essa faixa fosse escolhida para o repertório já que sua complexidade tornava sua execução ao vivo praticamente inviável.

https://youtu.be/m4BuziKGMy4?si=_JshxFfP6O3fhJwA.

5 hinos do Rock tão complexos que não são tocados ao vivo.

Mesmo sendo considerado um dos maiores bateristas da história do rock, Bonham encontrou dificuldades para executar a música no palco. Existe apenas uma gravação conhecida da banda tentando tocá-la ao vivo, em Copenhague, em 1971, e depois desse dia a faixa acabou retirada do repertório.

Nine Inch Nails – “The Perfect Drug”.

?Weird Al” Yankovic – “Hardware Store”.

The Beatles – “Tomorrow Never Knows”.

Fontes

Informação baseada em material público de Tenho Mais Discos Que Amigos, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Tenho Mais Discos Que Amigoslink

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