Estados Unidos aceitam discutir na OMC tarifaço imposto ao Brasil.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, pediu que países aliados da América Latina deixem o Tribunal Penal Internacional (TPI). Durante discurso no Panamá nesta quarta-feira (12), o chefe do Pentágono também acusou a corte internacional de enfraquecer a soberania dos países.
🔎 O TPI é um órgão permanente responsável por julgar indivíduos acusados de crimes considerados os mais graves pela comunidade internacional, como genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crime de agressão.
A corte atua quando os países signatários do Estatuto de Roma não têm condições ou não demonstram vontade de investigar e julgar os suspeitos por conta própria.
A corte não julga Estados, governos ou organizações, mas líderes políticos e militares.
No discurso, ele se dirigiu aos membros a Coalizão das Américas Contra Cartéis (ACCC, na sigla em inglês).
Encorajo fortemente cada membro da ACCC a sair do TPI e rejeitar suas tentativas de retirar de seus governos e tribunais a soberania", afirmou Hegseth.
Segundo ele, os países devem manter a autoridade para empregar suas próprias forças armadas e proteger seus cidadãos de acordo com suas leis e constituições.
Nossas nações mantêm sua soberania e sua capacidade de mobilizar seus próprios combatentes em defesa própria. Respondemos apenas aos nossos cidadãos e às nossas constituições, não a burocratas internacionais não eleitos", disse.
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Hegseth também acusou o tribunal de tentar exercer jurisdição sobre militares e operações dos Estados Unidos e de países parceiros, classificando a iniciativa como uma "apropriação ilegal de poder.
As declarações ocorrem em meio ao aumento da pressão do governo do presidente Donald Trump contra o TPl.
Trump afirmou que os esforços do secretário de Estado, Marco Rubio, para "colocar o Tribunal Penal Internacional nos trilhos" têm como objetivo proteger o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e outras pessoas investigadas pela corte.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.