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Olara Otunnu, de Uganda, defende cadidatura a secretário-geral em diálogo interativo

Diplomata ugandense já ocupou cargos na ONU como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, vice-presidente da Assembleia-Geral e presidente da C

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Olara Otunnu, de Uganda, defende cadidatura a secretário-geral em diálogo interativo

Diplomata ugandense já ocupou cargos na ONU como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, vice-presidente da Assembleia-Geral e presidente da Comissão de Direitos Humanos; processo eleitoral avança com oito candidatos; atual líder da organização, António Guterres, deixa a função em 31 de dezembro.

Nesta quarta-feira o sétimo candidato a se apresentar para o cargo de secretário-geral da ONU, Olara Otunnu, participou de um diálogo interativo na Assembleia Geral da ONU.

Indicado por Uganda no final de julho, Otunnu integra o processo eleitoral que agora conta com três concorrentes homens e cinco mulheres.

O candidato ugandense é a atualmente co-presidente da Iniciativa Comunitária de Construção da Paz Rocco Paco.

Ele já atuou nas Nações Unidas como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, de 1998 a 2005, como vice-presidente da Assembleia-Geral de 1983 a 1984 e como líder da Comissão de Direitos Humanos de 1980 a 1984.

Em Uganda, ele já ocupou cargos como ministro das Relações Exteriores e presidente do Congresso.

Assim como os demais candidatos, Otunnu apresentou à presidência da Assembleia Geral um currículo, a visão para o mais alto posto da organização e detalhes sobre financiamento de campanha.

O candidato ugandense teve a oportunidade, assim como os demais, de interagir com Estados-membros e sociedade civil em um debate de três horas, que foi transmitido ao vivo.

Nesta ocasião, ela teve a chance de apresentar suas qualificações e responder perguntas.

Até o momento, a lista de candidatos a secretário-geral da ONU, por ordem de apresentação é: Rafael Mariano Grossi, indicado pela Argentina, Michelle Bachelet, apoiada por Brasil e México; Macky Sall, apresentado por Burundi; Rebeca Grynspan, nomeada pela Costa Rica; María Fernanda Espinosa, apoiada por Antigua e Barbuda; Carolyn Rodrigues Birkett, indicada pela Guiana, Olara Otunnu, indicado por Uganda e Ivonne A-Baki, nomeada por Tonga.

O secretário-geral da ONU é eleito pela Assembleia Geral após recomendação do Conselho de Segurança para um mandato de cinco anos com possibilidade de uma reeleição.

O atual líder da organização, António Guterres, deixa o cargo neste 31 de dezembro, após exercer dois mandatos consecutivos.

Mais detalhes sobre os candidatos ao posto podem ser vistos nesta página da ONU.

Fontes

Informação baseada em material público de ONU News, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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