A Fifa condenou neste sábado (8) “um esforço coordenado e contínuo de alguns para enfraquecer” a entidade e seu presidente, Gianni Infantino, em meio à controvérsia envolvendo seu plano de investimentos privados, que acabou sendo abandonado.
Infantino tem enfrentado pedidos de renúncia e também foi alvo de acusações publicadas por um jornal britânico de que teria feito um pagamento a uma amante quando trabalhava na Uefa, entidade que comanda o futebol europeu.
“Reportagens recentes incluíram alegações sem comprovação e afirmações comprovadamente falsas sobre a Fifa e seu presidente”, afirmou a entidade em comunicado.
Mas a ideia gerou uma onda de pressão para que Gianni Infantino renuncie ao cargo.
👉 Ao longo da Copa do Mundo de 2026, que ocorreu nos Estados Unidos, no México e no Canadá, Trump e Infantino mostraram uma relação de proximidade. Antes da competição, o dirigente criou um prêmio inédito da FIFA, o Prêmio FIFA da Paz, e o concedeu ao presidente norte-americano, que vinha reinvincando que deveria ganhar o Prêmio Nobel da Paz.
Segundo o plano divulgado por Infantino, caso a FFE saia do papel, a comercialização dos direitos comerciais da Copa será realizada por meio do fundo de investimento Thrive Eternal, controlado por Joshua Kushner. Joshua é irmão de Jared Kushner, genro de Donald Trump.
A proposta foi amplamente rejeitada pela opinião pública. A Uefa, que comanda o futebol europeu, foi além e decretou um boicote a todas as competições organizadas pela Fifa até que a proposta seja definitivamente enterrada.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.