Ao declarar um "Dia D econômico" para o Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, recorrem a mais uma estratégia para tentar encontrar uma saída a uma aventura militar que deu errado.
No processo, eles estão invertendo a abordagem habitual para pressionar adversários a se submeterem à vontade de Washington.
Normalmente, a Casa Branca aborda um problema como o desmantelamento do programa nuclear iraniano com diplomacia direta. Se isso não leva a lugar algum, as autoridades acrescentam sanções econômicas, introduzindo um elemento de coerção.
A ação militar é o último recurso, e somente se o presidente determinar que vale a pena arriscar vidas americanas.
Mas Trump saltou de uma breve rodada de diplomacia para a etapa dos bombardeios com o objetivo de forçar o Irã a abrir mão de seus estoques de 11 toneladas de urânio enriquecido e, talvez, provocar o colapso do regime.
E somente agora Trump e Bessent tentam mais um grande experimento, batizado de Operação Pária Econômico, que a Casa Branca descreveu como "uma campanha sem precedentes para cortar todos os meios de sobrevivência econômica restantes que sustentam a República Islâmica do Irã.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.