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Mundo Revisado por ULTRA AI

Entenda a operação secreta que tirou Trump da Turquia após ameaça iraniana

Plano envolveu troca secreta de aeronaves, manobra com carrinho do serviço de bordo e voo sem rastros

3 min de leitura
Mundo — imagem padrão

O presidente Donald Trump embarcou no Air Force One, o avião presidencial, em 8 de julho como parte de um plano secreto.

No último dia da cúpula da Otan na Turquia, Trump subiu a escada da aeronave que deveria levá-lo no primeiro trecho de sua viagem de volta para casa. Acenou para as câmeras e desapareceu dentro de um dos icônicos 747 azul-claro que servem como Air Force One há décadas.

Em seguida, saiu secretamente da aeronave, escondido dentro de um carrinho do serviço de bordo.

Trump foi, então, levado a um jato militar para um voo que o levou para fora da Turquia. O Air Force One com jornalistas, autoridades da Casa Branca, assessores e outras pessoas a bordo decolou apesar do que foi considerado uma ameaça plausível do Irã contra a aeronave.

Foi uma manobra extraordinária e destinada a proteger o presidente americano que está na mira do Irã há anos.

A ameaça mais recente surgiu quando Trump começava seu último dia na Turquia. Segundo duas autoridades a par do assunto, os serviços de inteligência dos Estados Unidos captaram, durante a noite, múltiplas informações: os iranianos sabiam exatamente onde o republicano estava hospedado, inclusive em qual andar, e alguém nas proximidades da cúpula da Otan havia sido visto com um míssil.

As autoridades americanas começaram a elaborar um plano. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, teve papel fundamental na avaliação da ameaça e na decisão sobre como reagir.

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Caine conhece bem esse tipo de tática: seu cargo anterior era o de representante do Pentágono junto à CIA. Ele ajudou a elaborar as táticas de despiste durante a Operação Midnight Hammer, quando forças americanas atacaram instalações nucleares iranianas em junho de 2025.

Nem todos os que estavam no avião sem Trump desconheciam a situação. O secretário de Estado, Marco Rubio, sabia da ameaça e viajou na aeronave depois de ajudar a planejar a operação para retirar o presidente do solo turco, segundo duas autoridades americanas.

Elas falaram sob a condição de anonimato para tratar de um assunto delicado.

Entre as outras autoridades de alto escalão estavam o secretário do Tesouro, Scott Bessent; Steven Cheung, diretor de comunicação da Casa Branca; e Stephen Miller, vice-chefe de gabinete de Trump; além de vários outros funcionários da Casa Branca.

Não ficou claro se todos sabiam da ameaça.

A elaborada farsa —noticiada primeiro pelo The Washington Post e que terminou sem que o Air Force One ou o jato militar que transportava Trump sofressem qualquer dano— levantou questionamentos sobre os riscos assumidos para proteger o comandante em chefe.

Independentemente de os passageiros do avião deixado para trás por Trump saberem ou não da ameaça, eles foram expostos a riscos que o Serviço Secreto considerou grandes demais para o presidente.

Na noite de terça (11), em seus primeiros comentários sobre a operação, Trump disse que a decisão não havia sido dele. "Na verdade, isso cabe ao Serviço Secreto", afirmou a jornalistas após retornar de Ohio.

Eu apenas sigo o que eles preferem fazer. Eles queriam que eu viajasse em outro voo, em outro avião, por segurança.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mundolink

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