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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Suspeito é preso em operação para encontrar bebê de 28 dias que desapareceu em Campo Grande

Polícia suspeita que criança tenho sido sequestrada. A mãe, de 17 anos, foi ouvida e caso é investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao

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Suspeito é preso em operação para encontrar bebê de 28 dias que desapareceu em Campo Grande

A Polícia Civil deflagrou uma operação, neste sábado (8), para localizar a bebê Ayla Emanuelly, de 28 dias, que desapareceu em Campo Grande. Um homem suspeito de envolvimento no caso foi preso (veja vídeo acima). A polícia suspeita que a criança tenho sido sequestrada.

A jovem relatou à polícia que foi até uma residência no bairro Universitário acompanhada da bebê e de sua irmã mais nova. No local, ela foi ameaçada e obrigada a entregar a recém-nascida. A mãe afirmou que, além da mulher que ficou com a bebê, cerca de dez homens estavam no imóvel.

O desaparecimento fez a Polícia Civil acionar um sistema de alerta nacional, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, para auxiliar na localização de crianças raptadas e sequestradas. O mecanismo divulgou as características físicas da bebê, que tem cabelos castanhos escuros e curtos.

De acordo com o alerta, a bebê foi vista pela última vez na quinta-feira, na Rua Francisco Aguiar Pimenta, no bairro Jardim Monumento, na região sul da capital.

A delegada titular da DEPCA, Anne Karine Trevizan, coordena as buscas, mas evitou dar declarações para não atrapalhar o andamento das investigações. Equipes policiais estiveram na casa da família da vítima, e parentes da jovem também foram ouvidos. A polícia trata o caso inicialmente como cárcere privado e sequestro, mas apura todas as circunstâncias do sumiço sem descartar outras hipóteses.

A ação foi realizada no início da manhã pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), com apoio da Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras).

Fontes

Informação baseada em material público de G1 MS, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas