O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) puniu Abel Ferreira com dois jogos de suspensão nesta sexta-feira (4). A decisão ocorreu após o técnico do Palmeiras chutar um microfone à beira do campo no empate contra o Mirassol.
Com a punição, Abel ficará fora das partidas contra Botafogo e São Paulo, marcadas para os dias 6 e 12 de setembro. No entanto, o Palmeiras pretende recorrer e pedir efeito suspensivo da decisão.
O tribunal enquadrou o treinador no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de conduta contrária à disciplina ou à ética esportiva. Além disso, a reincidência pesou para que a pena chegasse a duas partidas.
Árbitros foram absolvidos O árbitro João Vitor Gobi, o quarto árbitro Roger Goulart e o responsável pelo VAR, Ilbert Estevam da Silva, também responderam no processo.
Porém, os auditores absolveram os três por entenderem que a denúncia apresentava falhas. Durante o julgamento, a defesa da arbitragem argumentou que os profissionais não viram o lance no momento em que ocorreu.
Ainda assim, áudios da comunicação interna mostraram que integrantes da equipe mencionaram o chute durante a partida. Em um dos trechos, um integrante afirma que Abel deveria receber cartão amarelo.
Mesmo assim, o árbitro explicou que estava concentrado em uma jogada de ataque do Mirassol e não presenciou diretamente o episódio. Defesa pediu pena menor A defesa do Palmeiras tentou afastar a denúncia e, alternativamente, pediu uma suspensão de apenas uma partida, com conversão em multa.
O argumento central foi de que a própria arbitragem tomou conhecimento do episódio e decidiu não aplicar punição em campo. Durante a votação, um dos auditores defendeu a absolvição, enquanto outro votou por uma partida de suspensão.
Depois, os demais formaram maioria pela punição de dois jogos, considerando também a reincidência do treinador. Com isso, a 3ª Comissão Disciplinar confirmou a suspensão de Abel Ferreira por duas partidas.
O árbitro João Vitor Gobi, o quarto árbitro Roger Goulart e o responsável pelo VAR, Ilbert Estevam da Silva, também responderam no processo. Porém, os auditores absolveram os três por entenderem que a denúncia apresentava falhas.
Durante o julgamento, a defesa da arbitragem argumentou que os profissionais não viram o lance no momento em que ocorreu. Ainda assim, áudios da comunicação interna mostraram que integrantes da equipe mencionaram o chute durante a partida.
Em um dos trechos, um integrante afirma que Abel deveria receber cartão amarelo. Mesmo assim, o árbitro explicou que estava concentrado em uma jogada de ataque do Mirassol e não presenciou diretamente o episódio.
A defesa do Palmeiras tentou afastar a denúncia e, alternativamente, pediu uma suspensão de apenas uma partida, com conversão em multa. O argumento central foi de que a própria arbitragem tomou conhecimento do episódio e decidiu não aplicar punição em campo.
Durante a votação, um dos auditores defendeu a absolvição, enquanto outro votou por uma partida de suspensão. Depois, os demais formaram maioria pela punição de dois jogos, considerando também a reincidência do treinador.
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