Reinaldo Azambuja (PL) iniciou ontem (16) a campanha ao Senado em Campo Grande e no interiorCandidato disputa a vaga com o número 222 nesta eleiçãoDefendeu que a União concentra 58% da arrecadação tributária nacionalCobrou reajuste da tabela SUS, que classificou como defasadaPercentual federal na saúde caiu de 52% para 40% em duas décadas, segundo eleAgenda incluiu comitês, adesivaços e encontros em Paranaíba e Maracaju Reinaldo Azambuja (PL) começou ontem (16) a percorrer Mato Grosso do Sul em busca de uma vaga no Senado Federal.
Concorrendo com o número 222, o candidato dividiu o primeiro dia de campanha entre Campo Grande e o interior, cumprindo uma agenda que reuniu inaugurações de comitês, adesivaços e conversas com lideranças e apoiadores.
A maratona havia começado ainda na noite de sábado, com um encontro entre lideranças políticas em Paranaíba. Já na manhã de domingo, Reinaldo participou da inauguração do comitê de Viviane Luiza (PSDB), no bairro Jardim São Lourenço, em Campo Grande.
Um homem visionário, que pensa no futuro. Precisamos de Reinaldo Azambuja no Senado, que tem o número 222 nesta eleição', declarou Viviane Luiza durante o evento.
Ao longo do domingo, o candidato ainda esteve na região da Praça do Papa ao lado de apoiadores de Silvio Pitu, acompanhou uma adesivagem nos altos da Avenida Afonso Pena e participou de outro adesivaço na Praça Central de Maracaju.
Ao avaliar a estreia, Reinaldo destacou o caráter coletivo da caminhada eleitoral. 'A política ninguém faz sozinho. Você faz em grupo. E o que vimos neste primeiro dia foi a energia de um povo que acredita na mudança e quer um Senado que trabalhe pelo Brasil', afirmou.
Descentralização de recursos e pacto federativo O principal eixo do discurso foi a divisão de recursos entre os entes da federação. Segundo o candidato, a União concentra 58% da arrecadação tributária nacional, o que, na avaliação dele, sufoca a capacidade dos municípios de atender à população.
Ou a gente muda a política ou, cada dia mais, o prefeito vai com o pires na mão para Brasília e volta com ele vazio, porque a União não tem nada para entregar', disse Reinaldo, ao defender mudanças no pacto federativo e no financiamento dos municípios.
Para ele, os investimentos precisam chegar mais perto de quem depende dos serviços públicos. 'O dinheiro precisa estar onde as pessoas vivem. É nos municípios que a população busca atendimento de saúde, educação, infraestrutura e serviços públicos', completou.
O candidato afirmou ainda que cabe à Casa legislativa um papel ativo na condução do país. 'O Senado tem a responsabilidade de ajudar o Brasil', declarou. Tabela SUS e saúde pública Outro ponto abordado por Reinaldo foi o financiamento da saúde pública.
De acordo com o candidato, a participação federal nesse custeio caiu de 52% há duas décadas para 40% atualmente, pressionando estados e municípios. Ele também criticou os valores praticados pelo Sistema Único de Saúde.
A tabela SUS está há muitos anos defasada. Os valores pagos estão muito abaixo dos custos reais dos atendimentos, o que tem provocado enormes dificuldades para hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil', afirmou.
No balanço sobre o Estado, Reinaldo associou seus planos à continuidade do atual governo estadual. 'Vamos falar das possibilidades e dos avanços de Mato Grosso do Sul.
É um Estado que, com certeza, com a reeleição do governador, vai poder entregar muito mais', disse o candidato.
Reinaldo Azambuja (PL) iniciou ontem (16) a campanha ao Senado em Campo Grande e no interior.
Candidato disputa a vaga com o número 222 nesta eleição.
Defendeu que a União concentra 58% da arrecadação tributária nacional.
Cobrou reajuste da tabela SUS, que classificou como defasada.
Percentual federal na saúde caiu de 52% para 40% em duas décadas, segundo ele.
Agenda incluiu comitês, adesivaços e encontros em Paranaíba e Maracaju.
0x Candidato do PL passou por Campo Grande e interior, participou de comitês e adesivaços e defendeu revisão da tabela SUS e do pacto federativo Reinaldo Azambuja (PL) começou ontem (16) a percorrer Mato Grosso do Sul em busca de uma vaga no Senado Federal.
Descentralização de recursos e pacto federativo.
Outro ponto abordado por Reinaldo foi o financiamento da saúde pública. De acordo com o candidato, a participação federal nesse custeio caiu de 52% há duas décadas para 40% atualmente, pressionando estados e municípios.
Câmara de Paranhos aprova dois projetos em regime de urgência em sessão desta segunda.
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Fontes
Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.