Adriane Lopes diz que equipes trabalham para destravar licitação do estacionamento rotativo no Centro.
A novela do estacionamento rotativo de Campo Grande pode estar perto do fim. Durante o mutirão “Todos em Ação”, realizado neste sábado (22), a prefeita Adriane Lopes (PP) afirmou que pretende resolver a situação até o fim deste ano.
A declaração ocorre enquanto a Prefeitura finaliza os estudos para lançar uma nova licitação do parquímetro, serviço suspenso desde março de 2022, quando terminou o contrato com a Metropark Administradora Ltda., responsável pela antiga Flexpark.
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, afirmou que pretende resolver a situação do estacionamento rotativo até o fim de 2025. O serviço está suspenso desde março de 2022, quando encerrou o contrato com a Metropark.
A Agereg conduz estudos para novo edital, com previsão de concessão de 12 anos e até 6,2 mil vagas. O sistema deve ser digital, com pagamento por aplicativo ou Pix.
A promessa ocorre um mês depois de uma nova previsão da administração municipal de que o edital poderia ser lançado em até três semanas. Os estudos para definir o novo modelo estão sendo conduzidos pela Agereg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados), que assumiu a estruturação do projeto após a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) deixar de conduzir o processo.
Segundo o diretor-presidente da Agereg, Paulo da Silva, os levantamentos técnicos estão em fase final. A demora para colocar a nova concessão em andamento foi atribuída à necessidade de elaboração dos estudos e também à falta de uma equipe especializada para conduzir o processo.
Ainda não há definição sobre o formato definitivo do estacionamento rotativo. O que está descartado, segundo Paulo da Silva, é o retorno de um sistema baseado em papel ou chaveiro.
Entre as alternativas avaliadas estão soluções digitais, como o uso de aplicativo e a geração de código para pagamento por Pix.
Antes da publicação do edital, a minuta do processo ainda deverá passar pela análise da Selc (Secretaria-Executiva de Licitações). A previsão em estudo é de uma concessão de 12 anos, com possibilidade de prorrogação por igual período.
A justificativa é que o prazo seja compatível com os investimentos necessários e, ao mesmo tempo, atraia empresas interessadas na operação.
A volta do parquímetro é aguardada principalmente por comerciantes da região central, que há anos cobram uma solução para a falta de rotatividade nas vagas. Sem a cobrança, veículos podem permanecer estacionados durante longos períodos, reduzindo a disponibilidade de espaços para clientes e, segundo os comerciantes, prejudicando o movimento do comércio.
A discussão se arrasta desde o encerramento do contrato com a Metropark, em março de 2022. Desde então, a Prefeitura chegou a realizar estudos para implantar um novo modelo, mas os projetos não avançaram.
Entre os obstáculos esteve também a falta de interesse do mercado em propostas anteriores.
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- A Agereg conduz estudos para novo edital, com previsão de concessão de 12 anos e até 6,2 mil vagas
Fontes
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