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Polícia fecha lava a jato e conveniência por tráfico e falsificação de bebidas

Uma ação conjunta realizada na tarde desta quinta-feira (3) mobilizou equipes da Polícia Civil e do Procon-MS no Portal Caiobá, em Campo Grande. A operação m...

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Polícia fecha lava a jato e conveniência por tráfico e falsificação de bebidas

Uma ação conjunta realizada na tarde desta quinta-feira (3) mobilizou equipes da Polícia Civil e do Procon-MS no Portal Caiobá, em Campo Grande. A operação mirou dois estabelecimentos, um lava a jato e uma conveniência na Rua Poente, suspeitos de funcionarem como fachada para o tráfico de drogas, venda de bebidas falsificadas e contrabando.

No local foram apreendidos drogas, garrafas adulteradas e um rapaz foi preso.

Equipes da Polícia Civil e do Procon-MS laceraram dois estabelecimentos suspeitos de servirem como fachada para o tráfico de drogas, venda de bebidas falsificadas e contrabando em Campo Grande.

Na ação, foram apreendidos 522 gramas de maconha, bebidas adulteradas, 316 maços de cigarros contrabandeados e um homem de 27 anos foi preso. O proprietário, conhecido como "Autêntico", não foi localizado.

A fiscalização foi deflagrada pela 6ª Delegacia de Polícia com apoio do GOI (Grupo de Operações Investigativas) e da Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Consumidor) após diversas denúncias de moradores.

Os relatos apontavam intensa movimentação noturna, consumo de entorpecentes, som alto e presença de indivíduos armados de forma ostensiva na região.

Durante as buscas no local, as equipes apreenderam 522 gramas de maconha, além de porções adicionais da droga em uma gaveta ao lado do caixa. No interior de um dos comércios, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um rapaz de 27 anos.

Suspeito de liderar o tráfico na região da Vila Fernanda, ele também é investigado por envolvimento em furtos contra empresas locais.

Bebidas falsificadas - Ainda durante a ação, as equipes encontraram indícios de um esquema estruturado de adulteração de bebidas alcoólicas. No local foram apreendidas seis garrafas de uísques e vodcas importadas de alto valor (como Johnnie Walker Double Black, Gold Label, Grey Goose e Royal Salute) vendidas sem nota fiscal ou rotulagem em português, além de quatro garrafas de uísque White Horse com suspeita de adulteração.

O que chamou a atenção dos fiscais foi a apreensão de 52 vasilhames vazios em bom estado e com selos do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) intactos, estrutura comumente usada para o reenvasamento e fabricação clandestina de bebidas adulteradas, englobando marcas como Jack Daniel's, Red Label e cachaça artesanal.

O comerciante apontado como proprietário dos estabelecimentos, Ademir Pereira de Souza, conhecido pelo apelido de "Autêntico", e sua mãe, que gerencia o local em conjunto, não foram localizados durante a abordagem.

Um funcionário que estava no estabelecimento no momento da ação foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.

Os donos dos imóveis foram qualificados e serão intimados a depor no decorrer das investigações para responder sobre a responsabilidade criminal nos fatos. O caso foi registrado na 6ª DP como contrabando, tráfico de drogas e falsificação, corrupção ou adulteração de produtos destinados ao consumo.

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Fontes consultadas

  • Campo Grande Newslink