Segundo a PF, o investimento foi feito pelo Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) em Letras Financeiras emitidas pela instituição financeira.
A relação da aplicação investigada com o Banco Master foi confirmada ao g1.
A Operação Presciência investiga possíveis irregularidades na aplicação de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do município.
Ainda conforme a PF, há indícios de que servidores envolvidos na decisão, por ação ou omissão, teriam deixado de observar procedimentos técnicos e administrativos aplicáveis.
Segundo a investigação, essas condutas teriam exposto o patrimônio da Previdência municipal a riscos.
Além dos seis mandados de busca e apreensão, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. As medidas foram determinadas pela 3ª Vara Federal de Campo Grande.
Segundo a Polícia Federal, o inquérito apura, em tese, os crimes de gestão temerária, corrupção passiva e corrupção ativa.
A PF não divulgou os nomes dos investigados.
A reportagem procurou a Prefeitura de Campo Grande e o Instituto Municipal de Previdência e aguarda manifestação.
*Esta reportagem está em atualização.
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Em números
- PF faz buscas e apura aplicação de R$ 1,2 milhão da Previdência de Campo Grande no Banco Master
Fontes
Informação baseada em material público de G1 MS, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.