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Pecuarista amarrado após capotar caminhonete tem CNH suspensa

O pecuarista Juliano Garcia da Silva, de 34 anos, preso em flagrante na madrugada da última sexta-feira (28) após capotar uma caminhonete Toyota Hilux na Ave...

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Pecuarista amarrado após capotar caminhonete tem CNH suspensa

Acidente aconteceu na madrugada de sexta-feira e Juliano Garcia negou estar embriagado.

Pecuarista preso após capotar caminhonete embriagado em Campo Grande obteve liberdade provisória em audiência de custódia. O juiz concedeu a soltura com medidas cautelares, incluindo suspensão da CNH, comparecimento periódico ao juízo e proibição de sair da comarca sem autorização.

Juliano Garcia da Silva, de 34 anos, havia sido amarrado por moradores antes de ser detido pela Polícia Militar na Vila Planalto.

O pecuarista Juliano Garcia da Silva, de 34 anos, preso em flagrante na madrugada da última sexta-feira (28) após capotar uma caminhonete Toyota Hilux na Avenida Tamandaré, na Vila Planalto, obteve a concessão de liberdade provisória durante audiência de custódia realizada no Fórum de Campo Grande no final da manhã deste sábado (29).

Durante o depoimento em juízo, o condutor alegou que, após o acidente, saiu sozinho do veículo em busca de socorro em um posto de combustível próximo. Ele negou que estivesse embriagado ou que tenha ofendido os policiais militares que atenderam a ocorrência, afirmando ainda ter sido contido por populares no local.

O magistrado José Henrique Kaster Franco também determinou a suspensão da permissão ou da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do pecuarista, ou, até mesmo, a proibição de aquisição, caso ele não seja habilitado.

Ele deve entregar o documento em até 24h. Juliano ainda deve manter o endereço atualizado e comparecer a todos os atos do processo.

Ao analisar o caso, o juiz plantonista homologou o auto de prisão em flagrante, contudo, concedeu a liberdade provisória mediante o cumprimento de obrigações cautelares, tais como o comparecimento periódico em juízo para justificar suas atividades e a proibição de ausentar-se da comarca sem autorização judicial.

O caso – Antes de ser preso pela PM (Polícia Militar) por dirigir embriagado, Juliano foi amarrado por moradores e comerciantes após se envolver em um acidente na madrugada desta sexta-feira (28), na Vila Planalto, em Campo Grande.

Câmeras de segurança registraram parte da sequência do acidente, que terminou com a Toyota Hilux conduzida por ele completamente destruída.

Conforme o boletim de ocorrência, Juliano teria ficado agressivo e moradores usaram uma corda para amarrar as pernas dele, evitando que deixasse o local antes da chegada dos policiais.

O homem conduzia a Hilux pela Avenida Tamandaré, sentido à Avenida Júlio de Castilho, quando, no cruzamento com a Rua Saldanha da Gama, atingiu a lateral de um Citroën C4 que seguia pela mesma via e direção.

Com o impacto, o motorista perdeu o controle da caminhonete, que capotou. Juliano ficou ferido no rosto e recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros. Ele foi levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Santa Mônica e, após receber alta médica, foi encaminhado para a delegacia.

Durante o atendimento, os policiais constataram que o homem apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora, como olhos avermelhados, odor etílico, comportamento agressivo e dificuldade para caminhar.

O teste do bafômetro foi oferecido ao motorista, mas não chegou a ser concluído. Segundo o registro policial, foram feitas tentativas com o etilômetro, porém Juliano estaria exaltado e agressivo.

Diante disso, os militares elaboraram um Termo de Constatação de Alteração da Capacidade Psicomotora.

Ainda conforme o boletim, durante o atendimento do acidente, Juliano passou a ofender os policiais. Ele também teria assediado repetidamente uma policial militar, tanto no local da ocorrência quanto posteriormente na delegacia.

A ocorrência foi registrada inicialmente pela equipe do BPTran (Batalhão de Trânsito). Como o motorista precisou ser levado para atendimento médico, uma equipe ficou responsável pela escolta até a liberação.

Fontes consultadas

  • Campo Grande Newslink