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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Mercado reduz previsão de inflação de 2026 para 5,02%

Boletim Focus aponta sexta queda seguida na estimativa para o IPCA; projeção do PIB também recuou

2 min de leitura
Mercado reduz previsão de inflação de 2026 para 5,02%

A estimativa ficou abaixo dos 5,03% projetados na semana passada e dos 5,16% previstos há quatro semanas.

O levantamento também trouxe uma leve revisão para baixo na expectativa de crescimento da economia. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,99% para 1,98%, depois de cinco semanas de estabilidade.

As expectativas para 2027 apresentaram poucas mudanças. A projeção para o PIB recuou de 1,57% para 1,52%.

A taxa Selic é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para tentar controlar a inflação.

Quando os juros permanecem elevados, o crédito tende a ficar mais caro, afetando financiamentos, compras parceladas e o consumo. Em sentido contrário, reduções na taxa podem estimular a atividade econômica.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada em 5 de agosto, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto percentual, passando de 14,25% para 14% ao ano.

Foi o quarto corte consecutivo dos juros básicos.

O Banco Central informou que a decisão está alinhada à estratégia de conduzir a inflação em direção à meta, ao mesmo tempo em que busca reduzir oscilações da atividade econômica e favorecer o emprego.

O Copom também destacou que o cenário internacional ainda exige cautela, diante das incertezas relacionadas aos conflitos no Oriente Médio e à política monetária das principais economias.

No Brasil, o comitê observou desaceleração gradual da atividade econômica, embora o mercado de trabalho continue aquecido. A inflação recente perdeu força, mas permanece acima do limite superior da meta.

Projetos analisados pelo Codecon preveem 265 empregos diretos e incluem iniciativas nos setores industrial, logístico e tecnológico.

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink