Flávio Bolsonaro negou receber ajuda do governo dos EUA para a eleição de 2026, após documento de Trump ser divulgado. O documento de 2025 mostrava exigências dos EUA ao Brasil, incluindo eleições 'livres e justas' e não restrição a 'dissidentes políticos.
- Flávio Bolsonaro negou receber ajuda do governo dos EUA para a eleição de 2026, após documento de Trump ser divulgado.
- O documento de 2025 mostrava exigências dos EUA ao Brasil, incluindo eleições 'livres e justas' e não restrição a 'dissidentes políticos.
- Integrantes do governo brasileiro associaram a referência a 'dissidentes políticos' à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O governo brasileiro não aceitou incluir as condições eleitorais nas negociações comerciais com os Estados Unidos.
- Flávio Bolsonaro também criticou a política externa do governo Lula e prometeu mudanças caso seja eleito.
Integrantes do governo brasileiro associaram a referência a 'dissidentes políticos' à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro. O governo brasileiro não aceitou incluir as condições eleitorais nas negociações comerciais com os Estados Unidos.
Flávio Bolsonaro também criticou a política externa do governo Lula e prometeu mudanças caso seja eleito. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, negou nesta quinta-feira (17) receber ajuda do governo dos Estados Unidos na disputa eleitoral de 2026.
A declaração foi feita durante agenda de campanha em Vitória da Conquista, na Bahia, após a divulgação de um documento que mostra exigências apresentadas pelo governo Donald Trump ao Brasil durante negociações sobre tarifas em 2025.
Segundo reportagem do Estadão, o documento enviado aos negociadores brasileiros em outubro de 2025 reunia 21 demandas dos Estados Unidos. Entre elas, estava o compromisso de que o Brasil realizasse eleições presidenciais “livres e justas” e não restringisse arbitrariamente a participação dos chamados “dissidentes políticos” no processo eleitoral.
A existência das exigências também foi relatada por outros veículos nesta quinta-feira. Integrantes do governo brasileiro ouvidos pela reportagem do Estadão associaram a referência a “dissidentes políticos” à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O governo brasileiro não aceitou a inclusão dessas condições eleitorais nas negociações comerciais, segundo relatos publicados sobre o documento. Durante o compromisso na Bahia, Flávio também criticou a política externa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que, caso eleito, pretende mudar a atuação brasileira no cenário internacional.
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