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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Flávio Bolsonaro diz ter recebido mais de 1,8 mil ameaças de morte

Campanha afirma que 30 casos viraram investigações e amplia segurança do candidato, que passou a usar colete balístico

4 min de leitura
Flávio Bolsonaro diz ter recebido mais de 1,8 mil ameaças de morte

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (16) ter recebido mais de 1,8 mil ameaças de morte após defender a classificação de PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações terroristas.

A campanha diz que 30 casos resultaram em investigações da Polícia do Senado Federal, responsável atualmente pela segurança do parlamentar em Brasília e durante viagens.

A campanha não detalhou a origem das mais de 1,8 mil ameaças citadas pelo candidato. Em levantamento divulgado anteriormente, a equipe havia informado a identificação de mais de 2 mil conteúdos considerados de risco, divididos em 868 ameaças explícitas, 647 manifestações de incitação à violência, 640 referências codificadas e 133 conteúdos relacionados a planejamento ou oportunidade de ataques.

Portanto, as categorias divulgadas não correspondem exclusivamente a ameaças explícitas de morte. Suspeito foi identificado em Juiz de Fora Um dos episódios recentes ocorreu antes de uma agenda prevista para esta segunda-feira (17), em Juiz de Fora (MG).

A Polícia Legislativa do Senado identificou nas redes sociais uma publicação considerada ameaça contra Flávio e o caso foi levado às autoridades. Um homem de 41 anos foi conduzido para prestar depoimento e se tornou alvo de medidas determinadas pela Justiça, entre elas a proibição de se aproximar do senador e dos locais onde ocorrerem atos públicos ou compromissos de campanha do candidato.

O caso tramita sob sigilo. A agenda em Juiz de Fora chama atenção também porque foi na cidade que Jair Bolsonaro foi esfaqueado durante a campanha presidencial de 2018.

Flávio tem utilizado colete à prova de balas em compromissos públicos e repetiu o equipamento durante o lançamento oficial de sua campanha neste domingo, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

Segurança foi ampliada Em julho, a equipe do candidato anunciou a ampliação do esquema de proteção, com aumento do número de agentes, veículos e equipamentos, além da adoção permanente do colete balístico em eventos públicos.

A segurança do senador é realizada pela Polícia do Senado. Flávio dispensou a escolta oferecida pela Polícia Federal durante a campanha e manteve a proteção feita pela estrutura do Senado.

Segundo o material divulgado por sua equipe, ele alegou receio da presença de possíveis infiltrados na equipe federal. Aliados do candidato também passaram a relacionar as ameaças a adversários políticos e a discursos da esquerda.

O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que existe preocupação com a possibilidade de um ataque e disse que medidas de proteção estão sendo adotadas.

A preocupação com a segurança também tem sido usada pela campanha para justificar restrições no contato direto de Flávio com apoiadores durante eventos.

Suspeito foi identificado em Juiz de Fora.

Um dos episódios recentes ocorreu antes de uma agenda prevista para esta segunda-feira (17), em Juiz de Fora (MG). A Polícia Legislativa do Senado identificou nas redes sociais uma publicação considerada ameaça contra Flávio e o caso foi levado às autoridades.

Flávio dispensou a escolta oferecida pela Polícia Federal durante a campanha e manteve a proteção feita pela estrutura do Senado. Segundo o material divulgado por sua equipe, ele alegou receio da presença de possíveis infiltrados na equipe federal.

Ato de Flávio Bolsonaro reúne 8,9 mil pessoas no Rio; comício de Lula fica sem medição.

Estimativa da USP/Cebrap e da More in Common aponta público entre 7,8 mil e 9,9 mil em Copacabana; campanha petista não autorizou sobrevoo de drone.

Em números

  • A campanha diz que 30 casos resultaram em investigações da Polícia do Senado
  • A campanha não detalhou a origem das mais de 1,8 mil ameaças citadas pelo candidato
  • Ato de Flávio Bolsonaro reúne 8,9 mil pessoas no Rio; comício de Lula fica sem medição
  • Estimativa da USP/Cebrap e da More in Common aponta público entre 7,8 mil e 9,9 mil em Copacabana; campanha petista não aut

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink