Ir para o conteúdo
Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Banco Central estuda bloquear ofensas e ameaças em mensagens enviadas pelo Pix

Autarquia criou grupo de trabalho para avaliar mudanças no campo usado para identificar transferências

2 min de leitura
Banco Central estuda bloquear ofensas e ameaças em mensagens enviadas pelo Pix

Segundo o BC, o espaço foi criado para que o pagador possa inserir informações objetivas relacionadas à transação. Em alguns casos, porém, o recurso passou a ser utilizado para enviar mensagens ofensivas ou ameaçadoras, inclusive acompanhadas de transferências de valores muito baixos.

Diante do problema, o Banco Central criou neste ano um grupo de trabalho dentro do Fórum Pix para discutir alternativas.

A intenção é buscar formas de preservar a segurança e a experiência dos usuários sem alterar características essenciais do sistema de pagamentos.

O Banco Central ainda não definiu quais medidas serão adotadas.

A autarquia informou que vai analisar as conclusões do grupo de trabalho e, caso considere necessário, poderá estabelecer novas regras para restringir o uso inadequado do campo de mensagens.

No relatório, o BC também cita outras iniciativas relacionadas à segurança do Pix.

Entre elas estão a definição de critérios mínimos para caracterizar uma fraude e a possibilidade de tornar obrigatória a padronização de alertas sobre operações com indícios de golpe.

Atualmente, esse tipo de aviso já é utilizado por algumas instituições financeiras, mas não de forma padronizada em todo o sistema.

O relatório também mostra o crescimento do Pix e a criação de novas funcionalidades entre 2023 e 2025.

Nesse período, foram ampliados os agendamentos recorrentes, implantado o Pix por aproximação e desenvolvidas transferências integradas ao Open Finance.

O Pix Automático também passou a permitir pagamentos recorrentes a partir de uma única autorização do usuário.

Atualmente, o sistema possui mais de 920 milhões de chaves cadastradas, relacionadas a mais de 162 milhões de pessoas e 16 milhões de empresas.

Regra entra em vigor em janeiro de 2027 e mira fraudes e lavagem de dinheiro, mas setor alerta para aumento de custos e burocracia.

Em números

  • Atualmente, o sistema possui mais de 920 milhões de chaves cadastradas, relacionadas a mais de 162
  • Milhões de pessoas e 16 milhões de empresas

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink