Além do apoio do COI, os Comitês Olímpicos Nacionais (CONs) e as federações internacionais dos esportes olímpicos de verão deram uma contribuição excepcional para a realização bem-sucedida dos Jogos Olímpicos Rio 2016, apesar de uma crise econômica sem precedentes no Brasil.
Os organizadores do Rio 2016 encerraram com sucesso as operações e as contas do comitê organizador", afirmou o COI.
As dívidas do comitê organizador foram o principal impasse que se arrastou após os Jogos. A entidade atribuiu à falta de repasse de verbas públicas o buraco que exigiu a mobilização do COI para que o rombo não marcasse a realização da primeira edição olímpica na América do Sul.
O responsável por negociar o encerramento das contas da Rio-2016 foi Ricardo Trade, escolhido como CEO da entidade em 2017, após os Jogos, para tentar solucionar as dívidas.
Ele não havia participado do comitê durante a organização das Olimpíadas, tendo atuado apenas na candidatura, até 2009.
Trade é econômico nas palavras sobre sua atuação. Diz que não assumiu a tarefa para obter visibilidade, mas apenas para impedir que as dívidas prejudicassem a imagem de um evento que, para ele, foi muito bem organizado.
Ter encerrado dessa forma foi importante.
O executivo disse que não sabe quais parceiros olímpicos contribuíram com o pagamento das dívidas.
O COI tinha seus parceiros. Pode ser o COI ou algum patrocinador. Não sou testemunha disso. Mas, com os parceiros olímpicos, ajudou a solucionar", disse ele.
Em números
- Rio-2016 recebeu R$ 149 mi de doação de parceiros do COI para pagar dívid
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Esporte, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.