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Esportes Revisado por ULTRA AI

Refugiados venezuelanos entram no esporte paralímpico do Brasil e ganham medalhas

Centro em Roraima trabalha com 26 pessoas com deficiência; dois jovens conseguiram Bolsa Atleta

2 min de leitura
Refugiados venezuelanos entram no esporte paralímpico do Brasil e ganham medalhas

Refugiados venezuelanos com deficiência que entram no Brasil por meio da fronteira com Roraima, no norte do país, estão recebendo a oportunidade de se tornar atletas e disputar competições paradesportivas.

Alguns deles têm tido rendimentos tão bons que já ganham medalhas e participam de eventos nacionais.

Na última semana, seis desses atletas viajaram a São Paulo convidados para participar de uma etapa do Meeting Paralímpico, no Centro Paralímpico Brasileiro. Cinco conseguiram resultados de pódio, com oito medalhas, sendo três de ouro, e já chamam a atenção para futuras competições.

Atualmente, o Centro de Referência Paralímpico de Roraima trabalha com 26 refugiados da Venezuela, que se dedicam, principalmente, ao atletismo. Ao todo, desde 2021, cerca de 50 pessoas receberam apoio esportivo em Boa Vista.

Todos eram oriundos de abrigos humanitários.

Em 2021, firmamos parceria com a Operação Acolhida, do Ministério da Cidadania, porque tínhamos uma massiva migração de refugiados venezuelanos e logo notamos que havia pessoas com deficiência que precisavam de um apoio mais específico", afirma Vinicius Denardin Cardoso, supervisor do Centro de Referência do CPB em Roraima.

O centro, que atende 204 atletas ao todo, oferece iniciação e aperfeiçoamento esportivo em dez modalidades, como atletismo, basquete em cadeira de rodas, goalball e tênis de mesa.

Os esportistas estrangeiros recebem suporte para treinar e se desenvolver de forma contínua, permitindo que cheguem a competir em nível nacional.

Os treinos são conduzidos por uma equipe de 16 professores, 5 contratados diretamente pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e 11 pela Universidade Estadual de Roraima.

Um grupo de saúde, composto por médico, psicólogo, assistente social e fisioterapeuta, também dá suporte aos refugiados, que recebem atenção em suas reabilitações e auxílio para questões emocionais diante das mudanças de vida.

Em números

  • Ao todo, desde 2021, cerca de 50 pessoas receberam apoio esportivo em Boa Vista

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Esporte, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Esportelink

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