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Eleições 2026 Revisado por ULTRA AI

Wilson Grassi, do Democrata, defende faxineiras no STF e novas moedas

3 min de leitura
Wilson Grassi, do Democrata, defende faxineiras no STF e novas moedas

O candidato à Presidência pelo Democrata, Wilson Grassi, deu entrevista ao vivo ao Poder360 na 3ª feira (1º.set. 2026). Falou sobre seu plano de governo e as eleições de 2026.

  • suspensão da campanha – “Vou correr uma maratona por dia, 42 km, em torno do TSE, até que essa decisão que me censurou nas redes sociais seja revertida”.
  • Supremo Tribunal Federal – “Se é um Tribunal político, por que os ministros precisam ser advogados? Já que é para ter uma visão política, eu acho que a gente tem que colocar no Supremo um pedreiro, uma empregada doméstica, um motorista de ônibus, um dentista, um bancário, uma professora”.
  • novas moedas – “Eu sou favorável à criação de uma 2ª moeda, chamada moeda vermelha, e uma 3ª moeda chamada moeda amarela. A moeda vermelha vai ser administrada com a filosofia da esquerda, com tudo o que o Lula, que o Haddad quiserem fazer, eles podem fazer sem pedir aprovação para ninguém. Idêntico para o Paulo Guedes e para o Bolsonaro na moeda amarela. E caberá a cada um de nós optar por usar uma dessas moedas”.
  • segurança pública – “A violência só se combate eficazmente de um jeito, e não é com mais violência. Mais violência vai trazer mais violência. A violência se combate combatendo a pobreza. É fazendo as pessoas morarem bem, comerem bem, tendo o que perder. Hoje, quem vai para o crime não tem o que perder”.
  • Lula e Flávio – “Não é possível que entre 200 milhões de brasileiros não exista um administrador melhor que o Lula. E também não é possível que entre 200 milhões de brasileiros não exista um líder melhor do que o Flávio Bolsonaro. Agora, e por que nós só temos que escolher entre 2?”.
  • Jair Bolsonaro – “Tenho uma simpatia pelo pai. Acredito que o Jair é um homem de caráter. E acredito também que o Jair jamais teria pego um dinheiro do Vorcaro”.

Em entrevista ao Poder360, o candidato à Presidência afirmou que a segurança pública deve ser tratada a partir do combate à pobreza.

Grassi defendeu a indicação de “faxineiras” e “pedreiros” para o Supremo Tribunal Federal, a criação de duas novas moedas além do real questionou por que os brasileiros teriam que escolher entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Leia os principais pontos da entrevista.

Assista à entrevista completa (44min9s).

Wilson Grassi tem 56 anos, é veterinário, empresário e fundador do Projeto Ambientalistas, focado no meio ambiente e na causa animal.

Já concorreu ao cargo de deputado estadual por São Paulo em 2006 e a de vereador da capital paulista em 2022, mas não foi eleito. Será o 1º candidato à Presidência da história do Democrata, o antigo Partido da Mulher Brasileira, fundado em 2008.

Teve sua campanha eleitoral suspensa pelo ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, na 2ª feira (31.ago. 2026).

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Fontes consultadas

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