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Eleições 2026

Presidenciáveis já gastaram R$ 151 milhões na corrida pelo 1º turno

Candidatos apostam em serviços de marketing digital, viagens e impulsionamento de conteúdo. Lula e Flávio Bolsonaro, respectivamente, lideram total de despesas

2 min de leitura
Presidenciáveis já gastaram R$ 151 milhões na corrida pelo 1º turno

🔎 Os dados são do DivulgaCand, plataforma do TSE, e fazem parte da prestação parcial de contas, que reúne as movimentações financeiras das campanhas entre 16 de agosto e 8 de setembro.

  • Pellegrini & Sodre Sociedade de Advogados: R$ 800 mil.
  • Peccinin & Alessi Sociedade de Advogados: R$ 795 mil.
  • Lacombe e Neves da Silva Advogados Associados: R$ 702 mil.
  • Bertoni Soares Advogados: R$ 210 mil.
  • R$ 72 mil para uma empresa de produção — R$ 47 mil para eventos e R$ 25 mil para a produção de “narrativas” para conteúdos audiovisuais, segundo a descrição apresentada pelo candidato.
  • R$ 61,5 mil para produção de conteúdos audiovisuais e apoio logístico às gravações.
  • R$ 60 mil para produção de jingles, vinhetas e slogans.
  • R$ 60 mil para a produção de conteúdo para mídias digitais.
  • R$ 55 mil em serviços de “planejamento”.
  • R$ 50 mil para edição de conteúdo, direção de fotografia e captações audiovisuais.
  • R$ 50 mil em serviços de assessoria de comunicação.
  • R$ 45 mil para a gestão e produção de conteúdo para plataformas.
  • R$ 44 mil em gestão de tráfego pago e impulsionamento.
  • R$ 40 mil em assessoria de comunicação institucional e relacionamento com veículos de imprensa.

O prazo para o envio dessas informações terminou em 13 de setembro. A prestação final deve ser apresentada até 30 dias após a eleição — ou após o segundo turno, para quem seguir na disputa.

Candidatos eleitos que não prestarem contas não podem ser diplomados enquanto estiverem omissos.

Apesar da diferença de orçamento entre as campanhas, os gastos revelam estratégias parecidas. Comunicação digital, impulsionamento nas redes e serviços advocatícios aparecem nas contas de quase todos os presidenciáveis.

A agência pertence ao publicitário baiano Raul Rabelo e ao diretor de cinema Francisco Mascarenhas Kertész, o Chico Kertész. Os dois foram sócios de Sidônio Palmeira, atual ministro da Secretaria de Comunicação Social e integrante da campanha presidencial de Lula, na M4 Comunicação e Propaganda, posteriormente rebatizada de Nordx Estratégia e Criatividade.

Sidônio não integra mais o quadro societário da empresa.

A assessoria do candidato já disse ao g1 que o valor refere-se à contratação do serviço no decorrer da campanha, e que o valor ainda não foi pago em sua totalidade.

A comunicação aparece ainda em uma série de despesas menores declaradas pela campanha.

Em números

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