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Eleições 2026 Revisado por ULTRA AI

Governo Lula anuncia queda, mas não zera a fila do INSS

Ainda há 224 mil pessoas aguardando análise de requerimentos por um prazo maior que 45 dias. Leia no Poder360.

3 min de leitura
Urna eletrônica — Eleições 2026

A 1 mês do 1º turno das eleições de 2026, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou, nesta 5ª feira (3.set. 2026), no Palácio do Planalto, um evento para anunciar a queda na fila do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

  • teleatendimento para perícia médica: 865 agências atendendo on-line.
  • perícia médica documental: envio on-line de exames e atestados.
  • pagamento de bônus para os servidores.
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – presidente.
  • Wolney Queiroz – ministro da Previdência Social.
  • Janine Mello – ministra dos Direitos Humanos.
  • Miriam Belchior – ministra da Casa Civil.
  • Esther Dweck – ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
  • Wellington Dias – ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
  • Sidônio Palmeira – ministro da Secretaria de Comunicação Social.
  • Márcia Lopes – ministra das Mulheres.
  • Ana Cristina Viana Silveira – presidente do INSS.

Ainda há 224 mil pessoas aguardando análise há mais de 45 dias; ministro diz que a maior parte dos pedidos pendentes está dentro do prazo.

Para o Ministério da Previdência Social, a fila é considerada “zerada” quando há menos pedidos novos do que os já em análise. Segundo o órgão, a fila no instituto foi causada por um “aumento exponencial” no número de pedidos no início do governo Lula.

Ao longo do mandato, houve um crescimento de 40% da média mensal de pedidos.

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Em agosto, a fila do INSS caiu para 1,252 milhão de pedidos pendentes, abaixo dos 1,394 milhão de novos requerimentos recebidos no mês, levando o governo a considerar a espera zerada.

O chefe da Previdência, Wolney Queiroz, afirmou que no governo petista “as pessoas se sentem estimuladas a pedir mais [os benefícios do instituto], já que é um governo que sabe conceder direitos a quem merece direitos”.

A jornalistas, Wolney disse que a maior parte dos pedidos ainda pendentes está a menos de 45 dias –prazo legal de resposta– na fila. Apesar disso, declarou que 224 mil pessoas aguardam há mais tempo a análise das solicitações.

Segundo o ministro, esse contingente é um “resíduo” composto por casos especiais –em sua maioria de BPC (Benefício de Prestação Continuada)– que são acompanhados por grupos de trabalho.

Wolney apresentou as 5 medidas tomadas para zerar a fila.

Com as iniciativas do ministério, houve uma redução de 76% no tempo de espera para uma perícia, além do tempo médio de decisão estar em 34 dias –11 a menos do que o prazo estabelecido legalmente.

Além disso, houve uma queda de 82% das reclamações por demora na ouvidoria do INSS. Saiu de um pico de 15. 519 em fevereiro deste ano para 2. 570 em agosto.

Nunca aceitei e não vou aceitar. Se a gente tiver problema de compatibilidade entre a receita e a despesa, a gente discute, a gente acerta”.

O petista também citou concessões dadas ao BPC e a beneficiários do Bolsa Família. “A culpa é sempre em cima do mais humilde”, ironizou.

Em números

  • Ainda há 224 mil pessoas aguardando análise há mais de 45 dias; mi
  • Em agosto, a fila do INSS caiu para 1,252 milhão de pedidos pendentes, abaixo dos 1,394 milhão de
  • Apesar disso, declarou que 224 mil pessoas aguardam há mais tempo a análise das soli

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