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Eleições 2026 Revisado por ULTRA AI

Coordenador de Lula vê “crise profunda” no STF e fala em modernização

2 min de leitura
Urna eletrônica — Eleições 2026

O coordenador do programa de governo da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, Sergio Gabrielli, disse na 6ª feira (4.set. 2026) que o Supremo Tribunal Federal passa por uma “crise profunda” e que defende uma modernização do sistema Judiciário.

?É necessário também que haja um tratamento dessas questões, mas isso não é objeto de um programa de governo”, declara Sergio Gabrielli.

Ao Poder360, o ex-presidente da Petrobras também fez uma ressalva ao declarar que isso não é algo que deve constar no plano.

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Gabrielli também endossou a necessidade de uma “pacificação” entre Poderes. Criticou a forma atual de distribuição de emendas. Além disso, afirmou haver uma “indústria de precatórios”.

Lula tem defendido “reformas profundas” no Poder Judiciário.

Na 6ª feira (4.set), declarou que o governo fará, no próximo ano, “uma discussão profunda no sistema Judiciário para que o povo possa continuar acreditando na Justiça”.

Na 5ª feira (3.set), Lula gravou um vídeo para se pronunciar sobre a crise no STF envolvendo o Banco Master. Defendeu investigações “doa a quem doer”.

Seu programa de governo, entretanto, não estabelece nenhuma proposta mais definitiva para caso seja reeleito. “Propomos a continuidade do diálogo permanente com os atores do Judiciário, respeitada a autonomia dos Poderes, para estimular o aperfeiçoamento do sistema de Justiça”, lê-se no documento.

Segundo Gabrielli, o plano de governo traz “princípios gerais” do sistema Judiciário.

O economista também avalia que não cabe a Lula fazer essas mudanças: “O presidente é candidato a presidente da República, ao Poder Executivo. Ele não é candidato a presidente do Supremo Tribunal Federal.

Os Poderes no Brasil são independentes. É preciso ter uma articulação desses poderes.”.

Assim como Lula, ele faz críticas ao que considera vazamentos seletivos: “O princípio básico da justiça democrática é a presunção da inocência e o direito de defesa das pessoas.

Agora, quem tem que investigar, tem que tirar essa história de vazamentos seletivos. Investigar as formas de funcionamento do Judiciário. Precisamos modernizar o Judiciário.

Agora, insisto: não compete ao Poder Executivo fazer essa proposta”.

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Fontes consultadas