Ir para o conteúdo
Eleições 2026 Revisado por ULTRA AI

Augusto Cury propõe mandato de 8 anos no STF e expansão de polícias municipais

Candidato do Avante à Presidência da República participou de sabatina da CBN, Valor Econômico e O Globo.

2 min de leitura
Augusto Cury propõe mandato de 8 anos no STF e expansão de polícias municipais

O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, defendeu nesta sexta-feira (28) o fim da vitaliciedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a criação de mandatos de oito anos na Corte.

Após esse período, segundo ele, os ministros não poderiam retornar ao tribunal.

Em sabatina da CBN, Valor Econômico e O Globo, Cury também propôs mudar a forma de escolha dos integrantes do STF. Atualmente, os ministros são indicados pelo presidente da República e precisam ter o nome aprovado pelo Senado.

Cury defendeu que a escolha passe a ter participação de entidades que representam integrantes do Judiciário, do Ministério Público e da advocacia. Ele citou, entre outras, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Candidato propõe expansão de polícias municipais.

Cury também defendeu a expansão das forças municipais de segurança. Segundo o candidato, a proposta é ampliar as polícias ou guardas municipais e integrar essas corporações às polícias Federal, Militar e Civil e às forças rodoviárias.

O candidato afirmou que pretende destinar à segurança um contingente equivalente a 5% da força de trabalho das prefeituras, o que, segundo seus cálculos, poderia acrescentar quase 400 mil agentes ao efetivo no país.

Ele disse que os profissionais seriam selecionados e submetidos a avaliações físicas, intelectuais e emocionais, além de treinamento policial.

Questionado se a proposta significaria simplesmente transformar servidores municipais em policiais, Cury afirmou que não. Disse que a ideia inclui a contratação de novos agentes e, quando possível, o aproveitamento de servidores considerados excedentes.

Segundo ele, as forças municipais poderiam ser armadas, desde que os agentes passassem por treinamento adequado.

Em números

  • Orça de trabalho das prefeituras, o que, segundo seus cálculos, poderia acrescentar quase 400 mil agentes ao efetivo no país

Fontes consultadas

  • G1 Políticalink