A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, afirmou nesta segunda-feira, 17, que o bloco prepara a próxima leva de sanções contra Moscou, prevista para os próximos meses, que ela classifica como a “mais abrangente” desde o início da guerra contra a Ucrânia.
Iraque busca rotas alternativas para petróleo em meio a risco no Estreito de Ormuz.
Premiê alerta que o país não pode depender de um único corredor de exportação, enquanto ataques elevam a tensão na fronteira com o Irã.
Bancos europeus celebram sinais de flexibilização regulatória inspirada nos EUA.
Comissão Europeia promete revisar regras contestadas pelo setor e abre debate sobre competitividade dos bancos frente aos rivais americanos.
Segundo ela, além da Ucrânia, a Europa também está enfrentando pressões da Rússia por meio de uma guerra híbrida, como casos de sabotagem, espionagem e ataques cibernéticos.
A Rússia atacou instalações do grupo estatal Naftogaz, da Ucrânia, 13 vezes na última semana e mirou suas dependências quase 300 vezes desde o início do ano, informou a companhia hoje.
A estratégia de Moscou de atacar a infraestrutura energética de Kiev, segundo autoridades ucranianas, busca reduzir a capacidade de resistência do país ao privar a população de eletricidade, aquecimento e abastecimento de água durante o inverno.
O governo ucraniano afirma que a Rússia está “transformando o inverno em arma” e teme que a campanha se repita na próxima estação.
A Ucrânia também conseguiu atingir depósitos da Wildberries, a principal varejista online da Rússia, a até 2. 000 quilômetros da fronteira ucraniana.
Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.