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Economia Revisado por ULTRA AI

Times esportivos ficaram tão caros que bilionários estão se unindo para comprá-los

Franquias de NBA, NFL e outros esportes acumulam avaliações recordes, impulsionadas por direitos de transmissão, apostas e pelo apetite de grandes investidores

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Trata-se de uma euforia ou apenas de uma reavaliação razoável do mercado.

Demonstrador voou por 27 minutos em Nova York e serve de base para novo modelo híbrido-elétrico que Heart Aerospace pretende colocar em serviço em 2031.

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Segundo site, testes podem acontecer ainda neste mês.

Na época, esses números pareciam exorbitantes, especialmente considerando o tamanho dos mercados em que essas equipes atuavam.

Pessoas da indústria esportiva apontaram ao menos alguns fatores que contribuíram para a alta dos preços.

O esporte é uma das últimas grandes atrações capazes de levar o público a assistir à televisão ao vivo e, como resultado, as ligas — e, consequentemente, os times — estão recebendo muito mais pelos direitos de transmissão de seus jogos.

A legalização das apostas esportivas também abriu uma nova fonte de receita para as franquias, afirmou Kishner. E há ainda a percepção de que os esportes, assim como outros eventos ao vivo e presenciais, podem estar protegidos dos impactos da inteligência artificial.

O acordo pelo Lakers foi fechado por uma divisão da empresa de investimentos de Kushner voltada a negócios que, segundo a companhia, não sofrerão grandes disrupções provocadas pela tecnologia.

Provavelmente também ajuda o fato de os bilionários terem mais dinheiro do que nunca — embora muitos dos acordos recentes tenham envolvido grupos de investidores, e não compradores individuais.

Na sexta-feira, Jeff Bezos, fundador da Amazon e um dos homens mais ricos do mundo, integrou um amplo grupo de investidores que se uniu para comprar cerca de um terço do Liverpool FC.

Nem todos concordam que essa entrada de dinheiro seja algo positivo.

Bill Simmons, empresário de mídia e conhecido torcedor dos esportes de Boston, tem lamentado o fato de que os super-ricos estejam cada vez mais enxergando equipes esportivas como investimentos, em vez de instituições importantes para suas cidades e que precisam ser preservadas.

E acrescentou: “Ver alguém comprar e revender o Lakers em um ano e meio, como se estivesse revendendo uma mansão em Bel Air ou algo assim, é uma loucura. Essa é a joia da coroa da liga.”.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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