## Como a Moderna quase triplicou o valor de suas ações em um único dia.
A empresa viu sua sorte desmoronar à medida que a demanda por vacinas contra a Covid-19 despencava. Mas, enquanto isso, estava ocupada trabalhando em outra aposta.
Coty aposta em perfumes premium para retomar crescimento após trimestre fraco.
Para o negócio hospitalar, o Goldman revisou para cima o Ebitda recorrente em 1,8%/1,4% nos dois anos. A estimativa se baseia em expectativas maiores para o ticket médio e à manutenção, daqui para frente, de custos de materiais e medicamentos ligeiramente melhores.
Ainda assim, o banco destaca que o 2º tri apresentou um desempenho excepcionalmente forte.
Desde a divulgação dos resultados do 2º tri, o desempenho da ação tem sido estável. De acordo com o banco, essa performance mostra desempenho inferior em relação ao Ibovespa nos últimos 12 meses, de -16% contra +4%.
Para os analistas do banco, a reação é injustificada e cria um bom ponto de entrada para a ação. Com a ação sendo negociada a 15,6x/13x na relação preço/lucro, o Goldman considera o valuation atrativo, considerando as perspectivas de crescimento no médio prazo.
Além disso, com base em sua alavancagem moderada, de 2,5x/2,1x dívida líquida/Ebitda em 2026/2027. Essa posição de dívida, de acordo com os analistas, oferece flexibilidade no balanço patrimonial para possíveis decisões de alocação de capital, que poderiam ser bem recebidas pelo mercado.
Para o próximo trimestre, entretanto, os analistas alertam que a companhia deverá enfrentar uma base de comparação de rentabilidade bastante difícil no negócio hospitalar.
Durante o 3º tri, a empresa havia apresentado uma margem Ebitda hospitalar de 26,9%.
Na época, a companhia acabou beneficiada por custos de materiais e medicamentos excepcionalmente baixos e por volumes sólidos.
Em números
- Rede D’Or: Goldman Sachs eleva preço-alvo para R$ 42, após 2º tri
Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.