O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou as condições de financiamento do programa Move Brasil para taxistas, motoristas de aplicativos e cooperativas de taxistas.
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- Move Brasil: após baixa procura, governo aumenta limite de crédito para motoristas de app comprarem carros.
- Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima.
- A resposta é enviada em até cinco dias úteis.
- Motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.
A mudança foi aprovada em reunião extraordinária do CMN nesta quinta-feira (27). O programa é voltado à compra de veículos novos usados no transporte individual de passageiros.
O prazo maior permite que o valor financiado seja dividido em mais parcelas, o que pode reduzir o valor pago mensalmente pelos motoristas. O programa mantém a possibilidade de até seis meses de carência para o pagamento do valor principal — período em que o beneficiário não precisa começar a quitar essa parte da dívida.
Mais modelos de carros poderão ser financiados.
Com isso, a cobertura sobe para aproximadamente 88% do mercado considerado.
A mudança também permite que os motoristas tenham acesso a mais modelos e versões de veículos, inclusive carros que atendem a categorias de aplicativos que exigem maior nível de conforto.
Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma.
Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo.
No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar.
Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou na última quarta-feira (20) que bancos públicos têm participado mais da operação, enquanto os privados demonstram menos apetite.