Principal medida de rentabilidade dos bancos, o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido, na tradução do inglês) ficou em 9,16%, queda de 2,70 pontos percentuais em relação a junho de 2025.
Segundo a Caixa, a liderança no segmento habitacional foi mantida, com 67,7% de participação de mercado.
Neste segmento, a maior parte (61,5%) é financiada com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), enquanto o restante são próprios do banco.
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O índice de inadimplência geral do banco ficou em 3,64%, aumento de 0,98 ponto percentual.
Porém, em empréstimos a pessoas físicas, o percentual de atraso ficou em 6,29% (aumento de 0,72 p.p.). Em pessoas jurídicas, a taxa ficou em 14,05% (alta de 3,03 p.p.).
No recorte da carteira de agronegócio, que viveu uma onda de recuperações judiciais, a inadimplência foi para 20,74%, um aumento anual de 13,72 pontos percentuais, o maior dentre todos os segmentos.
O crédito comercial, por sua vez, tem um percentual de atraso de 9,32%, alta de 1,68 ponto percentual no ano.
Em números
- Puxado pela carteira de crédito, lucro da Caixa cresce para R$ 3,9 bi no 2º tri
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.