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Economia Revisado por ULTRA AI

Porta-voz econômico de Lula, Durigan volta a falar com investidores em SP na próxima semana

Ministro confirma encontros no Santander e em almoço da Bloomberg

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, volta a São Paulo na próxima semana para uma nova rodada de conversas com representantes do mercado financeiro.

Escalado pela campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como porta-voz do programa econômico da candidatura à reeleição, Durigan tem intensificado a interlocução com investidores para apresentar as linhas da política econômica de um eventual quarto mandato.

Questionado nesta sexta-feira (14) sobre a agenda com o mercado financeiro, Durigan confirmou que há compromissos previstos na cidade. "Tem previsão para São Paulo, acho que tem tanto reuniões no Ministério da Fazenda em São Paulo quanto reuniões externas", afirmou.

Entre os compromissos previstos para a próxima semana estão a participação na conferência anual do Santander e um almoço promovido pela agência Bloomberg, mas outros encontros podem ser agendados.

Recentemente, ele já fez encontros em eventos da XP, do BTG Pactual e do UBS.

Nesta semana, o ministro também recebeu representantes da Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas), entidade que reúne empresas com ações negociadas no mercado de capitais brasileiro.

O encontro serviu para apresentar aos executivos, também em linhas gerais, a visão da equipe econômica sobre a economia brasileira, com sinalizações para o próximo governo, caso Lula seja reeleito.

A nova rodada de conversas ocorre em um momento em que a campanha de Lula tenta reduzir as incertezas do mercado sobre a condução das contas públicas a partir de 2027.

Durigan vem apresentando a investidores propostas para conter o avanço das despesas obrigatórias e reforçar o compromisso com a consolidação fiscal em um eventual novo mandato.

Nesta semana, por exemplo, o dólar vem operando em alta e a Bolsa, em queda. Além do cenário externo, economistas têm apontado que as incertezas quanto ao cenário eleitoral e fiscal brasileiro também têm causado ruídos no mercado financeiro.

Os fatores foram citados pelo banco JPMorgan ao reduzir a recomendação para as ações brasileiras de "overweight" (acima da média) para "neutra.

As negociações neste mês têm sido marcadas pela saída de investidores estrangeiros do Brasil, movimento que tem pressionado os ativos domésticos.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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