Ir para o conteúdo
Economia Revisado por ULTRA AI

ONS aciona plano emergencial após excesso de energia no sistema elétrico

Baixo consumo no fim de semana e avanço da geração distribuída, sobretudo solar, fizeram produção superar a necessidade do sistema; é o segundo acionamento do p

3 min de leitura
Economia — imagem padrão

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) acionou neste domingo (23) o Plano de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição, mecanismo utilizado em situações em que a produção de eletricidade supera o nível necessário para atender à carga do sistema.

O operador havia comunicado previamente as distribuidoras para que estivessem preparadas para reduzir a geração de ativos conectados às redes de distribuição, sobre os quais o ONS não possui controle direto.

Segundo o operador, a necessidade de intervenção está relacionada à combinação entre a geração da micro e minigeração distribuída, principalmente sistemas instalados próximos aos consumidores, e a menor demanda por eletricidade durante o fim de semana.

O ONS também reduziu a produção de fontes que estão diretamente sob seu comando no Sistema Interligado Nacional (SIN).

É a segunda vez em 2026 que o plano emergencial é acionado.

Contribuição de aposentados para o INSS pode acabar? Tema volta a andar no Senado.

Comissão aprovou audiência pública sobre sugestão que pode virar projeto de lei; cobrança atinge aposentados e pensionistas do serviço público, não todos os beneficiários do INSS.

Pix fora do ar? BC confirma instabilidade e diz que operação funciona normalmente.

Problemas técnicos foram identificados e já estão resolvidos.

Por que excesso de energia é um problema.

O sistema elétrico precisa manter, em tempo real, equilíbrio entre a quantidade de energia produzida e aquela consumida. Uma oferta excessiva também pode representar um problema para a operação e exigir redução da geração.

O Plano de Gestão de Excedentes entra em ação quando os cortes realizados nas usinas controladas pelo ONS não são suficientes e ainda existe produção nas redes das distribuidoras que precisa ser diminuída.

Esse cenário tem ganhado importância com o crescimento da geração distribuída, especialmente da energia solar fotovoltaica. Diferentemente das grandes usinas conectadas diretamente ao sistema, esses equipamentos estão ligados às redes das distribuidoras e não podem ser comandados diretamente pelo operador nacional.

A situação tende a ser mais desafiadora em domingos e feriados. Enquanto o consumo de energia diminui, sistemas solares continuam produzindo durante as horas de maior incidência de luz, reduzindo a parcela da demanda que precisa ser atendida pelas usinas controladas pelo ONS.

Entenda melhor: Energia solar: como funciona e quais são suas vantagens e desvantagens.

Segundo dados citados pela CNN Brasil com base em estudos do operador, a capacidade instalada de micro e minigeração distribuída no país já supera 43 GW.

O plano foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2025 e é tratado pelo ONS como um recurso para situações em que as demais medidas disponíveis para equilibrar geração e consumo já foram adotadas.

O acionamento não significa falta de energia no país. O problema enfrentado neste domingo é justamente o inverso: há geração suficiente para que parte da produção precise ser temporariamente reduzida para preservar o equilíbrio operacional do sistema elétrico.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

Leia também

Mais em Economia
Economia — imagem padrão
Economia

Chapecoense x São Paulo: Onde assistir?

O lanterna do Campeonato Brasileiro, o Chapecoense, é o mandante do jogo de hoje. O time possui apenas uma vitória até aqui e soma 11 pontos.

Em Economia
Economia — imagem padrão
Economia

Brasileirão: Onde assistir Santos x Mirassol

O Peixe é o mandante do jogo de hoje, que acumula 25 pontos em 22 partidas disputadas até aqui, na 14ª posição. Na rodada anterior, venceu o Vasco por 3 a 0.

Em Economia