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Economia Revisado por ULTRA AI

Na eleição suja de 2026, neodireitas se testam e política adia problemas para 2030

Campanha começa como se previa, sem ideias e discutida na polícia ou na Justiça

4 min de leitura
Economia — imagem padrão

A campanha para presidente começou bem. Bem do jeito que se previa. Por ora, é caso de polícia: de questões judiciais, de tentativas de artimanhas judiciais e candidatura pirata.

Em São Paulo, se batem direitas que vão disputar a cidade daqui a dois anos, prenúncio de projetos de renovação inevitável de métodos e lideranças políticas no caminho da aposentadoria.

Isso tem algum efeito na campanha presidencial.

O inelegível Pablo Marçal, um dia candidato a prefeito de São Paulo, lançou-se a presidente com um truque que pode durar até o início de setembro, quando o TSE deve tirá-lo da disputa oficial.

Por ora, essa pessoa apenas está sem acesso a recursos oficiais de campanha, mas terá uns 20 dias de mumunha eleitoral. A avacalhação não tem fim.

Marçal serve de braço da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), batendo em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em Renan Santos (Missão). Renan bate em Lula e em Flávio, mas é relevante por causa do mercado de votos futuros.

Sua candidatura é, no mínimo, projeto mais estruturado de ocupar o lugar impressionante que Marçal teve na eleição paulistana de 2024.

Marçal chegou em terceiro lugar, com mais de 1,7 milhão de votos, 28,2% do total. Ricardo Nunes (MDB), que seria eleito prefeito de São Paulo, teve 29,5%; Guilherme Boulos (PSOL, ministro de Lula 3), 29,1%.

Assim, 2026 tem muito de 2030. Sucessores na esquerda e na direita fazem um apronto, esperam sair desta eleição com capital para se lançar daqui a dois ou quatro anos; espraiam de vez a política digital.

Marçal inspira e vai inspirar tentativas eleitorais da neodireita em várias praças —vide Cleitinho (Republicanos) em Minas Gerais.

Quanto ao que os candidatos pretendem fazer da política macroeconômica (gasto, imposto, juros etc.), sabemos apenas das inanidades dos programas que os partidos registraram no TSE.

Talvez saibamos mais do assunto quando assessores econômicos dos candidatos contarem planos para banqueiros e donos do dinheiro grosso em geral —se contarem algo que preste.

Os candidatos desprezam a opinião pública.

Quanto ao mais, marqueteiros dizem que o eleitorado está desanimado e desinteressado. A campanha inexiste a não ser em grupos de zap e similares —e olhe lá, dizem entendidos, pois nem ali o assunto está quente.

Faltam TV e ainda mês e meio para a eleição? A esta altura, conviria que já tratássemos ao menos do problema crítico da administração econômica em 2027. Ou antes.

O ambiente econômico aqui e lá fora está esquisito, sujeito a acidentes.

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O caso Lulinha (Fábio Luiz Lula da Silva) vai descer do Supremo para instância inferior? STF, Procuradoria-Geral da República, alguns policiais e políticos dos dois lados maiores mexem pauzinhos.

Informações vazam do inquérito e pingam cada vez mais ácido na campanha governista.

O lulismo espera vazamentos a respeito do dinheiro que Daniel Vorcaro deu aos Bolsonaro e a lembrança da ficha corrida de Flávio. Há outros escândalos em bancadas, gavetas ou geladeiras, que irão para o ventilador a depender da conveniência e do tamanho da troca de chumbo.

Este 2026 também é 2030 por outros motivos. Quase ninguém que se ocupa de economia ou de tantos problemas sérios espera plano relevante no próximo governo. Seriam quatro anos enrolados no pântano da economia, em ambiente travado pelo centrão-direitão.

Mudança maior apenas se houver colapso financeiro ou recessão maior.

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Em números

  • Marçal chegou em terceiro lugar, com mais de 1,7 milhão de votos, 28,2% do total

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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