Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (10/08) em queda de 0,23%, aos 172. 250 pontos, completando o sexto recuo consecutivo.
O Ibovespa recuou 0,19%, aos 172. 179,93 pontos, em uma sessão de baixa volatilidade e sem direção definida. As altas de Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3), de 3,33% e 1,28%, respectivamente, foram insuficientes para compensar as perdas de bancos, varejistas e outros papéis.
No exterior, Wall Street também caiu, enquanto o petróleo avançou mais de 5% diante das tensões no Oriente Médio e da falta de acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Para os traders de mini-índice, a Ata do Copom e o IPCA de julho concentram as atenções nesta terça-feira e poderão influenciar os juros futuros e as ações mais sensíveis à Selic.
A projeção é de alta de 0,03% no mês e inflação de 4,40% em 12 meses. O comportamento de Petrobras, Vale e bancos também será decisivo para definir se o contrato encontra espaço para reação ou mantém o movimento pressionado.
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O fluxo vendedor foi mais intenso no início do pregão, enquanto o contrato passou a apresentar uma movimentação mais lateralizada ao longo da sessão.
Para dar continuidade à baixa, considero necessária a entrada de força vendedora capaz de romper o suporte em 172. 245/171. 935 pontos. A perda dessa faixa poderá ampliar o fôlego vendedor e abrir caminho para 171.
400/170. 840 pontos. Em uma extensão do movimento negativo, o alvo mais longo estará em 170. 730/170. 210 pontos.
No sentido contrário, uma recuperação dependerá da entrada de fluxo comprador suficiente para superar a resistência em 172. 835/173. 700 pontos. Confirmado o rompimento, o mini-índice poderá avançar em direção a 174.
000/174. 510 pontos. Acima dessa região, o objetivo mais longo estará em 175. 300/176. 550 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice encerrou a última sessão em queda e completou o sexto recuo consecutivo. O contrato permanece abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que reforça a pressão vendedora e exige cautela diante do risco de continuidade das perdas.
Na minha avaliação, será importante observar se o ativo encontrará força para recuperar as médias e iniciar uma reação ou se seguirá pressionado pelo fluxo vendedor.
Para retomar o movimento de alta, o mini-índice precisará superar os níveis de 176. 450 pontos, 179. 715 pontos e 180. 670 pontos. Acima dessa região, o objetivo inicial estará em 183.
Já a continuidade do movimento de baixa dependerá da perda dos suportes em 171. 670/170. 210 pontos. O rompimento dessa faixa poderá abrir caminho para 169. 090/167.
865 pontos. O IFR de 14 períodos está em 40,33 pontos, permanecendo em região neutra e ainda sem indicar sobrevenda.
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No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice fechou a última sessão com movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Esse posicionamento mantém o cenário técnico pressionado e deixa os vendedores em vantagem enquanto o contrato não recuperar as principais regiões de resistência.
Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para recuperar a região das médias e superar a resistência em 174. 000/176. 550 pontos.
Confirmado o rompimento, o mini-índice poderá avançar em direção a 176. 895/178. 435 pontos. Em uma extensão do movimento altista, os próximos objetivos estarão em 180.
Por outro lado, a continuidade da baixa dependerá do rompimento do suporte em 171. 935/171. 400 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o contrato poderá buscar 170.
730/170. 210 pontos. Em um movimento vendedor mais prolongado, os alvos seguintes estarão em 169. 565/169. 090 pontos.
(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).
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Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.