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Economia Revisado por ULTRA AI

Instagram terá 'modo escola' e veto a filtro de beleza para adolescentes após acordo nos EUA

Compromisso vale para 29 estados americanos, mas deve ter impacto na atuação da empresa no mundo

3 min de leitura
Economia — imagem padrão

A princípio, as medidas valem apenas para essas regiões. Porém, até o momento, o conglomerado mantém uma única política da comunidade para os Estados Unidos e espelha o padrão usado na Califórnia, também participante da ação, para outros territórios.

Por isso, pode haver reflexos na atuação da empresa em outros países.

Questionada sobre os efeitos da decisão no Brasil, a companhia disse que já oferece proteções robustas em vigor para adolescentes e controles simples para pais em todo o mundo.

Continuaremos monitorando como essas mudanças estão funcionando nos EUA e mantendo um diálogo produtivo com outros governos para apoiar experiências adequadas à faixa etária em nossas plataformas e nos diversos aplicativos que os adolescentes usam.

No Brasil, a principal solução da empresa para usuários menores de idade são as "contas de adolescentes", implementas nos EUA desde 2024, que impõem uma série de restrições de conteúdo, além de mecanismos de controle parental.

A conta sob supervisão dos pais isentou a big tech da exigência de verificação de idade imposta pelo ECA Digital (estatuto digital da criança do adolescente).

O acordo nos EUA não significa uma admissão de culpa, apenas evita que a empresa seja condenada e estanca a publicação de documentos internos e depoimentos de ex-funcionários, como um ex-pesquisador que acusou a empresa de apagar registros sobre exploração sexual infantil.

Nos autos, a empresa continua rejeitando as denúncias e afirma que cedeu com o objetivo de conciliação.

Para chegar ao pacto, a big tech comprometeu-se a implementar profundas alterações nas suas plataformas de redes sociais voltadas para usuários adolescentes, de 13 a 17 anos, e crianças, cujo acesso é vedado.

A empresa prometeu impor um limite de uso diário de duas horas para jovens, que pode ser reduzido para 60 minutos posteriormente. Afirmou ainda que implementará verificação de idade obrigatória e reforçará mecanismos para expulsar menores de 13 anos de suas plataformas.

Qualquer alteração em configurações padrão de segurança exigirá a autorização direta de um responsável.

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Na nota enviada à Folha, a Meta cobra que seus principais concorrentes, TikTok e YouTube, se juntem aos seus esforços para estabelecer um novo padrão de proteção.

O fato é que adolescentes usam dezenas de aplicativos todos os dias.

Verificação de idade obrigatória: A Meta deverá adotar um sistema estruturado para verificar a idade dos usuários, recorrendo a métodos próprios ou disponíveis no mercado, os quais serão testados anualmente por uma entidade independente para garantir taxas máximas de erro na identificação de menores.

Exclusão de crianças: Haverá também novos modelos de inteligência artificial para detectar e remover perfis pertencentes a menores de 13 anos.

Mudanças na gestão do tempo de uso em várias fases.

Modo de acesso noturno: Por padrão, os adolescentes serão impedidos de acessar as plataformas entre a meia-noite e as 6h da manhã. O período pode ser ampliado para das 22h às 7h no futuro.

As notificações push também serão desativadas durante a noite.

Modo escolar: Desativação de notificações push durante o horário escolar (das 8h às 15h, de segunda a sexta-feira).

Pausas produtivas: Avisos automáticos aos usuários adolescentes após 60 e 90 minutos de uso diário, bem como notificações após 15 minutos de navegação contínua; para alterar esses limites para configurações menos restritivas, será necessária a aprovação de um responsável.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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