O Bradesco BBI, em relatório assinado por Bruno Mendonça, Pedro Lobato e Herman Lee, avaliou a transação como “muito positiva”, pois destrava um valor equivalente a 12% do valor de mercado da Iguatemi e cobre quase 60% do Capex (investimentos) estimado para 2026 e 2027, sem que a empresa perca o controle operacional dos shoppings.
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Os analistas Gustavo Cambauva e Gustavo Fabris, do BTG Pactual, também consideraram a operação positiva, pois a Iguatemi conseguiu realizar uma venda relevante, equivalente a cerca de 10% do valor da firma (EV), de ativos considerados menos produtivos, com NOI por metro quadrado abaixo da média da companhia, em condições atrativas.
O cap rate implícito de saída de 8,5% representa um prêmio relevante em relação ao cap rate implícito de 14% da Iguatemi. Na avaliação da dupla, a companhia vem executando bem sua estratégia de ampliar a exposição a ativos dominantes sem elevar excessivamente a alavancagem, atualmente abaixo de 2 vezes a dívida líquida/EBITDA.
Na mesma direção que BBI e BTG, o Citi avaliou positivamente a venda de participações minoritárias, destacando condições atrativas e avanço na estratégia de reciclagem de capital da companhia.
Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.