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Economia Revisado por ULTRA AI

Fluxo estrangeiro, setor tech e as varejistas no Brasil

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O capital internacional registra um movimento de retomada no mercado acionário brasileiro neste início de setembro, após as saídas apuradas no mês anterior. A atratividade dos múltiplos descontados, aliada a ajustes na dinâmica da inflação, às projeções de juros e à evolução do ambiente eleitoral, reposiciona os ativos domésticos nas estratégias de alocação de investidores globais.

  • O que muda com BDRs no Ibovespa? Expectativa é por maior diversidade e novos fluxos.
  • O indicador mais improvável de Wall Street: com quem o CEO da Nvidia janta.
  • Crédito ao consumidor dos EUA sobe US$ 18,06 bilhões em julho, revela Fed.
  • O varejo espera a Selic cair — mas o ponto de partida mudou.
  • Crédito deve enfrentar “ventos contrários” nos próximos meses, diz Goldman Sachs.

No cenário internacional, a recomendação para o mercado acionário norte-americano ganhou novo direcionamento com o setor de tecnologia assumindo a liderança do ranking setorial, acompanhado pelos segmentos de comunicação e financeiro.

A trajetória dos fluxos financeiros internacionais deve continuar exposta a oscilações mais intensas no curto prazo, refletindo o andamento do calendário e das disputas eleitorais no país.

Perspectiva otimista para o setor de tecnologia dos EUA.

A perspectiva para o mercado de tecnologia nos Estados Unidos permanece otimista, com foco em frentes que apresentam maior visibilidade de receita e sustentabilidade financeira.

As oportunidades mais promissoras concentram-se na cadeia de semicondutores e infraestrutura (impulsionadas pela oferta restrita perante a forte demanda), além de empresas de software que já transformam soluções em inteligência artificial em faturamento recorrente.

Reformulação das carteiras recomendadas para setembro.

A estratégia de alocação para o período passou por reformulações pontuais, com a diminuição das posições em crédito privado pós-fixado e o aumento da parcela em títulos prefixados, além do encurtamento do prazo médio sugerido de quatro para três anos.

No mercado local, o cenário exige postura criteriosa na escolha de ativos em renda fixa e ações, buscando capturar oportunidades abertas pelo prêmio de risco elevado.

No âmbito internacional, a alocação em renda variável segue impulsionada pelas teses ligadas à inteligência artificial. Para reforçar a proteção e a diversificação dos portfólios, a alocação em ativos alternativos, como o ouro, permanece recomendada.

Efeitos do clima no desempenho das varejistas.

Rigor e seletividade na concessão de crédito dos grandes bancos.

Mesmo com a expansão dos empréstimos no segundo trimestre de 2026, as taxas de juros altas e o avanço da inadimplência forçaram os bancos a fechar a torneira para operações de maior risco.

O balanço dos seis maiores conglomerados do país, responsáveis por quase três quartos do crédito nacional, aponta para um sistema robusto e capitalizado, mas revela discrepâncias marcantes de rentabilidade e perfil de risco conforme a composição da carteira e a estratégia de concessão de cada instituição.

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Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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