O contrato, com vigência de 60 meses desde junho de 2026, está suspenso após representação da empresa DTA junto ao TCU.
No texto, as entidades reconhecem a importância da fiscalização, mas dizem que a demora gera o receio de que os prejuízos econômicos da paralisação superem os riscos formais apontados na representação.
Segundo o documento, o porto já opera no limite da profundidade (o calado), o que reduz a capacidade de carga dos navios, aumenta escalas e eleva custos de frete e demurrage, afetando a competitividade dos produtos brasileiros.
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…