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Economia Revisado por ULTRA AI

Enter: o que faz a startup brasileira de IA que se tornou unicórnio e já vale US$ 1,2 bilhão

3 min de leitura
Enter: o que faz a startup brasileira de IA que se tornou unicórnio e já vale US$ 1,2 bilhão

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Fundada em 2023 por Mateus Costa-Ribeiro e Henrique Vaz, a empresa oferece ferramentas de inteligência artificial para ajudar outras companhias a lidar de forma mais eficiente com processos judiciais.

Começando pelo jurídico, a tecnologia da Enter traz mais eficiência para todo o ciclo de um processo judicial: do cadastro de ações e detecção de fraudes documentais à análise de jurisprudências e sugestão de minutas", afirma a empresa.

A empresa afirma usar agentes de IA para analisar cada arquivo de um processo, incluindo contratos, áudios, vídeos e extratos, e extrair as informações consideradas relevantes para a defesa.

Cada etapa que se pode imaginar em um processo judicial é primeiro tratada por um agente de IA antes da entrada de um humano", disse Mateus Costa-Ribeiro em entrevista à Bloomberg, em maio deste ano.

Com mais de 30 verificações, a Enter diz que sua IA identifica padrões de litigância abusiva, como litispendência (quando uma mesma ação é apresentada mais de uma vez à Justiça), adulteração de documentos e atuação coordenada entre litigantes (pessoas ou empresas envolvidas em um processo judicial).

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Em uma publicação no LinkedIn, Costa-Ribeiro, que também é CEO da Enter, afirmou que, há cinco anos, tomou o que considera a "decisão mais importante da minha vida": pedir demissão de um dos principais escritórios de advocacia de Nova York para trabalhar com tecnologia.

Meus pais me ligaram um dia antes e me disseram que eu me arrependeria para sempre daquela decisão. Afinal, eu tinha dedicado boa parte do meu mestrado na Harvard Law School para conseguir aquela vaga e meu novo salário seria menos de um sexto do anterior.

Eu segui a minha intuição: abandonei algo seguro e ótimo para correr atrás do incerto e excepcional. Nosso tempo na Terra é muito curto para ter qualquer pensamento de 'e se eu tivesse tentado?'", completou.

O executivo lembra que, após deixar a advocacia, passou a trabalhar com engenheiros de software. Aprendeu o básico de programação, mudou-se para Stanford e criou, com dois amigos, um site simples que permitia aos usuários enviar uma petição inicial em PDF e receber por e-mail uma sugestão de contestação que rebatia os principais argumentos da ação.

Era setembro de 2023, e eu não tinha ideia de que aquele Google Forms feio — a primeira interface do produto da Enter — se transformaria na maior aventura de autoconhecimento e crescimento da minha vida", celebrou.

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Em números

  • Enter: o que faz a startup brasileira de IA que se tornou unicórnio e já vale US$ 1,2 bilhão

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Economia, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Economialink

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