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Economia Revisado por ULTRA AI

Eleições aumentam volatilidade e colocam Bolsa e real sob pressão

Incertezas sobre a política fiscal reduzem o apetite por ativos brasileiros e afetam fluxos cambial e estrangeiro

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

A campanha eleitoral começou em 16 de agosto e já tem reverberado nos preços dos ativos brasileiros. A indefinição sobre a abordagem dos candidatos para a trajetória da dívida pública tem alimentado as expectativas de juros mais altos e pressionado a Bolsa e o real.

O fator, em conjunto com a guerra no Oriente Médio e a pressão inflacionária decorrente do conflito, é apontado como um dos fatores por trás da saída de investidores estrangeiros do Ibovespa e do fluxo cambial negativo em agosto.

Segundo o JP Morgan, a volatilidade associada às eleições brasileiras tem pesado sobre o mercado. O fator foi um dos motivos para o banco reduzir sua recomendação para as ações brasileiras de "overweight" (acima da média) para "neutra" no início do mês.

Parte do ânimo era sustentada pela expectativa de que a Selic recuaria para a faixa de 12%. A queda da taxa básica aumentaria a atratividade das ações em relação à renda fixa e também poderia favorecer o real, já que investimentos estrangeiros em ativos brasileiros aumentam a demanda pela moeda.

O cenário mudou. Agora, a projeção é de apenas mais uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa, levando a Selic para 13,75%, segundo analistas consultados pelo Boletim Focus.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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